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  JORNALISTA RICARDO NOBLAT

Brasileiros acham que a vida piorou depois que Temer assumiu o governo
 
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Ricardo Noblat
 
Depois que Michel Temer sucedeu Dilma Rousseff na presidência da República, a vida só melhorou para 7,2% dos brasileiros. Permaneceu igual para 64,6%. E piorou para 26,9%.
 
É o que mostra a mais recente pesquisa de opinião do Instituto Paraná, que entre os dias 12 e 15 de fevereiro ouviu 2.020 eleitores com 16 ou mais anos de idade em 146 municípios de 26 Estados e do Distrito Federal.
 
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O instituto fez essa e mais duas perguntas aos entrevistados por encomenda do Blog do Noblat.
 
A percepção de que a vida piorou é maior entre os moradores do Nordeste e do Sudeste. É maior entre as mulheres. Maior entre os que têm entre 35 e 44 anos de idade. E maior entre os que têm apenas o ensino fundamental.
 
A segunda pergunta feita a pedido do blog foi sobre como a administração de Temer é avaliada. Apenas 1,2% dos ouvidos pelo Instituto Paraná consideraram a administração ótima. Ela é boa, segundo 11,2%.
 
Para 35,5%, apenas regular. Ruim para 18,3%. E péssima para quase 50% (exatamente 49,8%).
 
A terceira e última pergunta feita a pedido do blog: “A corrupção no país diminuiu, aumentou ou ficou igual depois da Operação Lava Jato?”
 
Diminuiu (37,5%). Aumentou (16,5%). Ficou igual (43,2%). Não sabe ou não opinou, 2,8%.
 
Ontem, por encomenda da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), o Instituto MDA, com sede em Belo Horizonte, divulgou sua nova pesquisa nacional. A reprovação ao governo aumentou sete pontos percentuais em relação à pesquisa do MDA de outubro último.
 
No total dos entrevistados, 44% avaliam de forma negativa a administração de Temer (eram 37% em outubro); 39% de forma regular (eram 36%) e 10% de forma positiva (contra 15% antes). A rejeição ao presidente subiu de 51,5% em outubro para 61%.
 
O MDA fez 2002 entrevistas, entre 8 e 11 de fevereiro, em 138 municípios de 25 unidades da federação. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos. Aproveitou para perguntar sobre a eleição presidencial de 2018.
 
As intenções de voto espontâneo em Lula subiram de 11,4% para 16,6%. As de Jair Bolsonaro (PSC), de 3,3% para 6,6%. Todos os demais nomes mencionados tiveram queda em seu percentual.
 
Depois de Bolsonaro, aparecem Aécio Neves (PSDB) com 2,2%, Marina Silva (Rede) com 1,8%, Temer (PMDB) com 1,1%, Dilma Rousseff (PT) com 0,9%, Geraldo Alckmin (PSDB) com 0,7% e Ciro Gomes (PDT), com 0,4%.
 
Lula lidera nos três cenários propostos pelo instituto para o primeiro turno com percentuais de 30,5% a 32,8%.
 
Foram realizadas seis simulações de segundo turno. Lula passou a liderar nos três cenários em que foi testado.
 
Em outubro, ele vencia apenas em uma simulação contra Temer. Agora, Lula venceria Aécio por 39,7% a 27,5%, bateria Marina por 38,9% a 27,4% e derrotaria Temer por 42,9% a 19%.
 
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