Campo Grande, 04 de agosto de 2020

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Artigos • 29 jun, 2020

A importância do dinheiro no mundo


O dinheiro é para a humanidade uma fonte de segurança e felicidade. Ao
mesmo tempo paradoxalmente, é origem de insegurança e desgraça. Em
torno dele giram os interesses do mundo. O homem foi, é, e sempre será
o seu escravo. Concebeu-o e a ele que é tão insignificante, se submeteu.

Com ele pode se ter tudo no sentido “sonhador”; com dinheiro pode-se
comprar a comida, mas não o apetite, remédios, mas não a saúde, traves-
seiros macios, mas não um bom sono, distrações, mas não felicidade, bri-
lho e luxo, mas não aconchego, conhecidos, mas não amigos, resumindo,
a casca de todas as coisas pode ser comprada com dinheiro, mas não o
mais importante do mundo que a nós não nos pertence: “a alma”.

O dinheiro é conhecido como “moeda corrente” “riqueza” “capital”, a sua
origem porém, perde-se nas noites dos tempos, o inicio do fenêmeno
mutuário através do dinheiro. Os povos antigos, utilidades. Em túmulos
de faraós, acharam-se moedase nas formas mais variadas, e representan-
do determinados valores; serviam-lhe tais objetos, para o intercâmbio das
utilidades. Em túmulos de faraós, acharam-se moedas e outros objetos de
valor mutuário, correspondentes a idade de 100 anos A.C. No tempo de
Jesus, circulava na Palestina, o Siclo, moeda de prata, que pesava cerca de
14,5 gramas e era a moeda oficial dos Judeus.

Desde os primórdios da civilização, o homem sempre se preocupou com
um sistema capaz de proporcionar a troca dos produtos que produziam,
com outros que necessitavam para prover suas necessidades básicas, e
que não possuíam, e que para realizar essas trocas, surgiram então, uma
medida de valor que poderia ser considerada justa nas transações
recorrentes. Estudiosos e pesquisadores afirmam que após o escambo,
que era a simples troca de mercadorias entre povos e tribos, surgiu ainda
no século VII A.C., as primeiras moedas que eram feitas de ouro e prata.

Contudo foi na Idade Média que surgiu o costume de guardar as moedas
com os ourives que as fabricavam, e por isso mesmo, sabiam o seu real
valor. Como garantia, eles emitiam uma espécie de recibo, que ao que
tudo indica, serviu de inspiração para a adoção do recibo de depósito

bancário dos dias atuais. Com a incrementação do comércio de trocas,
atais recibos passaram a ser utilizados como forma de pagamentos,,
dando origem a moeda de papel.

Com novas descobertas, e também, o aumento populacional no mundo, a
evolução do sistema de trocas de mercadorias obteve um crescimento
com uma velocidade surpreendente, o que motivou o surgimento de
estabelecimentos especialisados no recebimento e pagamento desses
recibos, que convencionou denominá-los de “Bancos”, cabendo-lhes a in-
cumbência de emitir as moedas de papel, “Bilhete de Banco”. No Brasil,
tal prática teve início em 1810 pelo Banco do Brasil, e tinham seus valores
preenchidos manualmente, como os cheques atuais.

O Século XX foi marcado como o século da tecnologia em todos os
segmentos da atividade humana, e a economia disso se aproveitou para
para introduzir novas tecnologias em todos os tipos de transações
financeiras, sem a necessidade de moedas ou papel moeda, hoje com
todo o conforto, você solicita via internet uma ptzza ou um automóvel,
pagando-o com dinheiro de plástico, numa transação rotineira com todasegurança e conforto.

 

BENEDITO RODRIGUES DA COSTA
Economista




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