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Campo Grande • 12 fev, 2018

Força-tarefa da Lama Asfáltica quer ouvir Miglioli sobre licitações da Agesul


Ação já resultou em bloqueio de bens dos denunciados

Jéssica Benitez / Foto Cleber Gellio

09/02/2018 08h40 – Atualizado em 10/02/2018 07h52

 

 

A força-tarefa da Operação Lama Asfáltica arrolou 10 pessoas para serem ouvidas na ação que investiga possível fraude nas obras e serviços executados na MS-357, entre a MS-245 e a BR-262, município de Ribas do Rio Pardo. Entre os nomes estão policiais federais, servidores da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul) e o atual secretário de Infraestrutura, Marcelo Miglioli.

 

O processo foi ajuizado em julho de 2016, já resultou no bloqueio de bens em R$ 5,7 milhões dos envolvidos João Amorim e sua sócia Elza Araújo, Maria Wilma Casanova à época diretora da Agesul, o então servidor da agência Wilson Roberto Mariano, conhecido como Beto Mariano, Éolo Genoves, João Afif Jorge, João Carlos Martos, Maxwell Gomes, Paulo Brum, Romulo Menossi, Wilson Parpinelli, Wilson Tavares e Proteco Construções e do ex-secretário de Obras Edson Giroto.

Todos já apresentaram defesa com pedido de oitiva de testemunhas e realização de perícia nas vias em questão. Agora, os promotores de Justiça Thalys Franklyn, Tiago Di Giulio, Cristiane Mourão, Fernando Zaupa e Adriano Lobo, querem ouvir testemunhas.

 

Tendo em vista que “os fatos apresentados pelo Ministério Público são complexos, eis que as condutas foram praticadas por sofisticada organização criminosa, em flagrante divisão de tarefas, sendo certo que, a despeito de todos os requeridos contribuírem para o dano ao erário, nem todos participaram em todas as etapas dos ilícitos”, diz o pedido.

 

Além de Miglioli, a solicitação de oitiva é válida para: José Márcio Mesquita (Gerente de Rodovias não Pavimentadas); Edivaldo Merísio (Coordenador de Manutenção de Empreendimentos); Nivaldo Rodrigues Araújo, proprietário da Opção Engenharia; Átila Garcia Gomes Tiago de Souza (Servidor da Agesul); Luiz Cândido Escobar (Servidor da Agesul) e três agentes da Polícia Federal.

 




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