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Política • 22 maio, 2018

PREFEITURA LICITA OBRAS COMPLEMENTARES DA INFRAESTRUTURA DO TERMINAL INTERMODAL


A Prefeitura de Campo Grande lançou nesta segunda-feira (21) concorrência pública para contratação da empresa que executará as obras complementares da infraestrutura do Porto de Seco, o terminal intermodal construído às margens do macroanel viário, trecho entre as saídas de Sidrolândia e São Paulo.  As obras estão orçadas em R$ 3,9 milhões,  com prazo de um ano para ficarem prontas. As  propostas devem ser entregues até o dia 21 de junho.

Com a licitação, a Prefeitura cumpre a última etapa para destravar a obra, que estava parada desde 2012 e que exigiu da atual administração um longo trabalho de articulações, iniciadas em fevereiro do ano passado, junto ao DNIT e Ministério dos Transportes,   ajuste de planilha e reprogramação orçamentária.

A obra começou em 2008 e já teve investimento de R$ 23,2 milhões, recursos de um convênio firmado com o DNIT e contrapartida do município. Nesta última etapa  serão implantados  2,5 quilômetros de rede água; 5,2 quilômetros de rede de esgoto, estação elevatória de esgoto,  ativação de um poço, iluminação pública interna , conclusão de trechos de meio-fios, sinalização, recuperação do pavimento; drenagem.

A estrutura de logística foi planejada para ocupar a área de 65 hectares, as margens do anel rodoviário, entre as saídas para São Paulo, Sidrolândia e Corumbá.  O Porto Seco foi entregue em 2012, por 30 anos, em regime de concessão  onerosa , para a administração do consórcio  empresarial  Park X, que venceu o processo de licitação. A partir do terceiro ano de funcionamento do terminal, o consórcio pagará à Prefeitura o valor de R$ 80 mil, com correção anual.

O consórcio Park X, integrado pela JBENS Participações Ltda (empresa líder) e Cotia Armazéns Gerais, prevê investimento de até R$ 200 milhões na instalação de terminais de cargas, combustível e armazéns.

Um estudo encomendado pelo grupo projeta a movimentação anual de até 2,200 milhões de toneladas  quando tudo estiver funcionando como porto seco. Esta autorização depende de um estabelecimento alfandegário da Receita Federal, por onde seriam processadas exportações e importações.




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