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Política • 27 maio, 2026

Mochi cobra ampliação dos programas habitacionais


O deputado estadual Junior Mochi, do MDB, apresentou nesta terça-feira, 26 de maio de 2026, duas indicações voltadas à ampliação do acesso à moradia em Mato Grosso do Sul. As solicitações foram encaminhadas ao secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara de Carvalho, e à diretora-presidente da AgehabMaria do Carmo Avesani Lopez.

As propostas tratam da implantação do Programa Lote Urbanizado no Distrito de Nova Casa Verde, em Nova Andradina, e do aumento do teto dos imóveis enquadrados no financiamento habitacional da Caixa Econômica Federal, na Faixa 1, de R$ 220 mil para R$ 250 mil.

A primeira indicação atende a pedido do vereador Edeildo Gonçalves dos Santos, o Deildo Piscineiro, formalizado pela Câmara Municipal de Nova Andradina. O objetivo é viabilizar estudos técnicos e administrativos para levar o Programa Lote Urbanizado ao distrito, ampliando as alternativas de moradia para famílias de baixa renda.

Criado pela Lei Estadual nº 4.888/2016, o programa busca facilitar o acesso à casa própria por meio da oferta de lotes com infraestrutura básica, permitindo que famílias beneficiadas avancem na construção de suas moradias com mais segurança e planejamento.

Segundo Junior Mochi, a medida tem forte alcance social e pode contribuir para reduzir o déficit habitacional em Nova Casa Verde, além de fortalecer o desenvolvimento urbano do distrito.

“Garantir acesso à moradia digna é promover segurança, estabilidade e qualidade de vida para as famílias. Seguimos trabalhando para que programas habitacionais possam alcançar cada vez mais municípios e distritos do nosso Estado”, afirmou o parlamentar.

Na segunda indicação, Junior Mochi solicitou a atualização do teto dos imóveis submetidos ao financiamento pela Caixa Econômica Federal, na Faixa 1, passando dos atuais R$ 220 mil para R$ 250 mil.

A demanda foi apresentada por construtores vinculados à Acomasul, a Associação dos Construtores de Mato Grosso do Sul. A justificativa é que o valor atual precisa ser adequado aos custos de mercado, considerando o aumento de insumos, mão de obra e demais despesas da construção civil.

Para o deputado, a elevação do teto habitacional pode ampliar o número de projetos viáveis, garantir mais isonomia entre os construtores e permitir que um maior número de famílias de baixa renda tenha acesso à casa própria.

A proposta também é vista como uma forma de movimentar a economia regional. O setor da construção civil tem impacto direto na geração de emprego e renda em diversos municípios de Mato Grosso do Sul, especialmente quando associado a programas habitacionais de interesse social.

“Precisamos adequar os programas habitacionais à realidade atual do mercado, garantindo oportunidades, desenvolvimento e acesso à moradia digna para as famílias sul-mato-grossenses”, afirmou Junior Mochi.

Com as indicações, o parlamentar busca reforçar a atuação do Estado na política habitacional, tanto pela ampliação territorial de programas já existentes quanto pela atualização de critérios financeiros que influenciam diretamente a execução de novos empreendimentos.




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