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Política • 24 mar, 2020

Governador pede rapidez na entrega de equipamentos de saúde e mais prazo para pagar dívida de MS


Azambuja e mais três governadores do Centro Oeste participaram hoje de videoconferência com presidente Bolsonaro

O governador do Estado Reinaldo Azambuja pediu ao presidente Bolsonaro maior celeridade para entrega de materiais básicos para a saúde nos Estados, como respiradores, máscaras e equipamentos, ampliação no prazo para pagamento da dívida dos estados, liberação de recursos do FCO, ressarcimento da Lei Kandir, entre outras reivindicações de ajuda aos estados. Os pedidos foram feitos hoje pela manhã durante videoconferência com o presidente e os governadores dos estados do Centro-Oeste.

“Tivemos uma videoconferência com praticamente todo ministério. Foram os quatro governadores do Centro Oeste e eu pontuei umas questões. Primeiro, na saúde, destaquei a importância que Ministério seja atendido na requisição dos respiradores, materiais de consumo como máscaras,equipamentos hospitalares. Queremos maior previsibilidade de entrega aos estados. Na economia a maior preocupação é de que a União quer que os governos abram algumas exceções em cobranças de ICMS para micro e pequenas. Então pedimos que por meio do FCO a União disponibilize capital de giro com 12 meses de carência e 36 meses para pagar. E ainda pedimos ao Governo federal que nos pague a lei Kandir. O presidente disse que vai analisar “, adiantou Reinaldo Azambuja.

O governador ainda falou sobre a possibilidade de alongamento das dívidas por seis meses. “Destaquei ao presidente a importância que isso pudesse ser em 12 vezes vincendas ao final do contrato para que pudéssemos abrir espaço fiscal para concessões da cadeia produtiva, várias demandas feitas pelos setores”, adiantou  Azambuja.

Hoje a tarde, o Governo do Estado deve  anunciar medidas da Secretaria e Fazenda para atender pedidos de normatização das cadeias produtivas de MS. “Queremos que governo federal crie uma normatização, para evitar a paralisação da atividade econômica. Mas queremos sejam mais cuidados com trabalhadores das indústrias, que não pdoem parar para evitar desabastecimento. Isso será um prejuízo enorme e tenho certeza que esta vídeo foi o primeira do muitas outras”, sinalizou.




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