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Política • 11 set, 2024

Presidente da Assembleia diz que suicídio mata mais do que guerra


Deputado lembra o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio.

Presidente da Alems, Gerson Claro (PP) (Foto: Alems)

“A vida é a melhor escolha”, discursou o presidente da Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul ), deputado Gerson Claro (PP), durante sessão desta terça-feira (10), enaltecendo que hoje é o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio.

A data marca o Setembro Amarelo, mês de campanha de prevenção ao suicídio, que se tornou questão de saúde pública.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, apresentados pelo presidente, todos os anos morrem mais pessoas vítimas de suicídio, do que de guerras.

“Morrem mais por suicídio do que homicídios, guerras, HIV, malária ou câncer de mama. É um grande problema de saúde pública que tem impacto na sociedade como um todo. Então é um dos problemas que temos que debater, desde a questão comportamental, atuar ativamente na conscientização, na importância que a vida tem, quanto ajudar na prevenção e falar sobre saúde mental”, afirmou.

Gerson Claro ainda disse que a iniciativa, que acontece anualmente em todo o mundo, tem como lema em 2024: se precisar, peça ajuda! “Diversas ações estão sendo desenvolvidas. É importante falar para as pessoas que estejam passando por situações difíceis ou crises, que  busquem ajuda e entendam que a vida é a melhor escolha”, ressaltou.

Em Mato Grosso do Sul, de acordo com dados da Polícia Civil até o fechamento desta matéria, 108 pessoas já se suicidaram em 2024, sendo 86 homens. Do total de casos, três eram adolescentes, 36 jovens, 50 adultos, 16 idosos e três pessoas com faixa etária não informada no boletim de ocorrência.

Instituída em âmbito estadual pela Lei Estadual 4.777/2015, de Mara Caseiro (PSDB), a Campanha Setembro Amarelo estimula o debate para o enfrentamento dos casos que se tornaram questão de saúde pública. Nesta palestra foram discutidas formas de ajudar e prevenir, como quebrar o tabu existente em torno das doenças mentais, como o preconceito institucional, social, familiar e religioso.




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