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Artigos • 31 mar, 2026

Novos direitos e o aquecimento global


(por Cláudio Henrique de Castro) – 

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) lançou um Relatório onde consta que o planeta está acumulando muito mais energia térmica do que consegue liberar, impulsionado por emissões de gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono.

Os últimos 11 anos foram os mais quentes já registrados desde 1850.

Em 2025 a temperatura média global do ar ficou cerca de 1,43 °C acima dos níveis do período pré-industrial, antes de os seres humanos começarem a queimar grandes quantidades de combustíveis fósseis.

O Relatório aponta para os impactos atuais do aumento das temperaturas, que ajudam a intensificar diversos tipos de eventos climáticos extremos e favorecem a disseminação de doenças como a dengue.

Comunidades vulneráveis, que historicamente contribuíram menos para as mudanças climáticas atuais, são afetadas de forma desproporcional.

Eventos extremos têm impactos em cascata nos sistemas agroalimentares.

Recentemente, altas temperaturas, secas, inundações e volatilidade de preços têm prejudicado a produção agrícola e o acesso a dietas saudáveis, especialmente em países de baixa e média renda.

A insegurança alimentar impulsionada pelas mudanças climáticas é agora vista como um risco, com efeitos em cascata na estabilidade social, migração e biossegurança por meio da disseminação de pragas de plantas e doenças animais.

Eventos climáticos extremos, incluindo inundações, secas, ciclones, tufões e furacões são o resultado desta elevação de temperatura. Continue lendo 

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