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Política

Política • 13 out, 2022

Riedel explica como a regionalização desafogou a saúde na capital



Com mais saúde no interior, só 10% dos pacientes viajam para
tratamento na Capital

Um dos principais responsáveis pela regionalização da saúde em
Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PSDB), candidato ao Governo
de Mato Grosso do Sul pela Coligação Trabalhando por um Novo
Futuro (Número 45) tem falado bastante sobre os impactos desta
estratégia em todo o Estado e, especialmente em Campo Grande.

Em Mato Grosso do Sul, quem antes precisava viajar centenas de
quilômetros dentro de uma ambulância para ter acesso à saúde de
qualidade, agora consegue tratamento adequado na cidade onde
vive. A regionalização dos sistemas de saúde já atende, na prática,
cidadãos de todas as regiões, do Conesul ao Norte e do Pantanal
ao Bolsão.

Em 2015, 46% de todos os procedimentos de média e alta
complexidade do Estado eram realizados em Campo Grande. Hoje,
apenas 10% das internações dos principais hospitais da Capital,
Santa Casa e Regional Rosa Pedrossian, são de pacientes que
vivem em cidades do interior.

“E isso impacta diretamente na vida dos campo-grandenses, que
passam a contar com um atendimento mais ágil”, explica o
candidato.

Mas, há muito ainda a ser feito. As ações capitaneadas por Eduardo
Riedel em suas passagens pelas secretarias de Governo de
Infraestrutura deram o start necessário para o processo de
regionalização. Estas ações ainda refletem nas entregas
promovidas pelo poder público. “A perspectiva é que 2022 se

encerre com 945 novos leitos e uma estrutura muito complexa e
regionalizada. E vamos continuar nesta toada, ampliando a
regionalização”, explica.

Na Capital, a saúde também avançou com a conclusão do Hospital
do Trauma, anexo à Santa Casa, após 21 anos de obras
paralisadas, e do Hospital do Câncer Alfredo Abrão, que recebeu
investimentos estaduais para o término dos sete pavimentos mais o
subsolo.
No Bolsão, a construção do Hospital Regional de Três Lagoas
desafogou as filas por consultas e exames. Na fronteira, a
modernização do Regional de Ponta Porã aumentou o número de
atendimentos cirúrgicos. No Pantanal, a ampliação da Santa Casa
de Corumbá está em fase final e no Norte a ativação de novos
serviços como a hemodiálise expandiu os serviços de saúde para
40 municípios.

Em Dourados, a construção do Hospital Regional que vai atender
mais de 30 cidades está avançada. Demais obras de reformas,
ampliações e modernizações de hospitais também beneficiaram as
cidades de Alcinópolis, Anastácio, Aquidauana, Bodoquena,
Caarapó, Coronel Sapucaia, Eldorado, Jardim, Maracaju, Naviraí,
Nioaque e Nova Andradina.




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