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Política • 19 abr, 2021

Sem nome em potencial, PSD faz peneirada visando Palácio do Planalto


Entre os nomes lembrados aparece o do deputado federal Fábio Trad (MS)

Deputado Fábio Trad (PSD-MS) (Foto: Divulgação)

Sem nome de expressão em potencial para chegar o poder em 2022, o comando nacional do PSD se movimenta na tentativa de indicar candidato próprio ao Palácio do Planalto.

O presidente nacional da legenda e ex-ministro, Gilberto Kassab, lista quatro opções: o senador Antônio Anastasia (MG), governador do Paraná, Ratinho Júnior, o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil e o deputado federal Fábio Trad (PSD-MS).

Na prática, o grupo político opera na tentativa de enfrentar a forte candidatura à reeleição do presidente Jair Bolsonaro.

Publicamente, ninguém manifestou o desejo de postular o cargo, o que leva a crer que a cúpula do partido deve fazer uma espécie de “peneirada” para escolher seu representante na disputa presidencial.

Particularmente, o deputado federal por Mato Grosso do Sul prefere esperar o tempo certo para focar no assunto.

“Ainda é muito cedo para falar. No momento temos de estar focados em duas coisas: na prevenção e combate à Covid-19 e na criação de uma grande frente de Centro, democrática e popular, para tentar avançar nas áreas em que esse governo tão pouco ou nada fez. Porque eu não vi nada na Educação, tampouco na Cultura e na Saúde, que foi reativa, é verdade, dando um desconto por causa da pandemia, mas o que deveria fazer de bom, fez de ruim”, avalia, segundo reportagem do jornal o Estado.

A preocupação de Fábio Trad, segundo o jornal de Campo Grande, é que a política que surfou na onda Bolsonaro tente se perpetuar.

“Portanto, creio que, independente de nomes, temos de nos preocupar mais é com o avanço da extrema direita no Brasil. Isso, sim, é preocupante. Ainda existem segmentos alvoroçados com os postulados da extrema direita, que são incultos, rasteiros intelectualmente, não conhecem história e são extremamente agressivos e violentos, se utilizando das redes sociais para desconstruir reputações de uma forma covarde. Nós precisamos fazer esse enfrentamento”, pontua.




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