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Campo Grande • 03 out, 2018

Na gestão Azambuja, MS atrai 66 grandes indústrias em 4 anos


Destaque nacional na geração de empregos e no aumento da renda do trabalhador, Mato Grosso do Sul foi terreno para a instalação de 66 grandes indústrias entre 2015 e 2018, período da administração do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e candidato à reeleição. Empresas que aqui entraram em operação geraram 9.581 empregos em 23 municípios.

Quando somadas as vagas abertas em indústrias já existentes, após a convalidação dos incentivos fiscais, a geração positiva de empregos salta para 22,3 mil. Isso porque a lei de incentivos fiscais de MS, que se tornou referência nacional ao prorrogar benefícios fiscais até 2032, permitiu a geração de outros 12.727 empregos.

De 2015 a 2018, 240 empreendimentos (pequenos, médios e grandes) abriram as portas em Mato Grosso do Sul, gerando aproximadamente 27 mil empregos. O investimento privado aproximado foi de R$ 47 bilhões.

Com os dados divulgados pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Reinaldo destaca que o Governo conseguiu cumprir o compromisso da diversificação econômica. “As empresas que se instalaram aqui são de vários segmentos: indústria de calçados, frigoríficos, indústria de papel e papelão, equipamentos eletrônicos, cervejarias, autopeças e muitas outras”, conta.

 Localização estratégica

Várias das indústrias que chegaram a MS escolhem municípios da Costa Leste como sede. Um dos motivos é a localização estratégica, próxima aos grandes centros consumidores do País (SP, MG, RJ). “A decisão de onde se instalar cabe a empresa. O Governo oferece só o incentivo”, explica o secretário-adjunto da Semagro, Ricardo Senna. Mesmo assim, conforme ele, as novas indústrias se instalaram em todas as regiões do Estado.

Entre as megaempresas que começaram a operar no Estado se destacam indústrias de MDF (Água Clara), reciclagem de alumínio (Paranaíba), papel e celulose (Três Lagoas) e de alimentos, como frigorífico de peixes (Selvíria). Bela Vista recebeu fábrica de cimento. Em Campo Grande foi instalada uma cervejaria uma fábrica de proteína de soja. No Pantanal, em Corumbá, teve início a operação de um frigorífico de jacaré. Uma usina de álcool foi reaberta em Naviraí e um laticínio começou a funcionar em Jateí.




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