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  MARTA SFREDO

Tensão pós-PIB e pré-delação reflete nas projeções para 2017

Crescimento zero é o novo consenso para o próximo ano
01/12/2016 - ZERO HORA - RS
 
Dados os sinais pré-PIB, já havia motivos para o humor azedo no mercado financeiro e na economia real. Hesitações comprometedoras no Planalto, decisões equivocadas no Congresso haviam corroído algum capital simbólico da fase pós-enfaro geral na Nação com o poder. Mas o pós-PIB acentuou o odor de vinagre que se espalhou pelo país, elevado pela tensão pré-delação do fim do mundo.
 
É bom preparar o espírito para segunda-feira, quando o Banco Central divulgar sua habitual atualização do Boletim Focus: não apenas as projeções para 2016 serão profundamente revisadas, como as para 2017. Crescimento zero é o novo consenso para o próximo ano. Várias instituições financeiras e consultorias já estão revisando as estimativas.
 
Os principais sintomas da inquietação pós-PIB e pré-delação vieram nesta quinta-feira da cotação do dólar, que voltou a encostar em R$ 3,50 e fechou em R$ 3,47, com alta de 2,39%. O movimento foi tão brusco que só a lira turca rivalizou com a moeda brasileira na inglória disputa pelo pior desempenho do dia. E a bolsa deixou clara a decepção dos investidores ao despencar 3,88%, a 59.506 pontos, menor nível desde 11 de novembro.
 
Na origem da reação negativa, um fator de peso é a preocupação com o cenário interno – do motim dos deputados contra as medidas anticorrupção à tentativa do Senado de seguir o mesmo caminho, passando pela fragilização do Planalto desenhada pela persistência e profundidade da recessão e pelo início das especulações sobre a delação da Odebrecht, que assinou acordo de leniência das empresas do grupo – Braskem incluída – no valor de R$ 6,7 bilhões, para pagamento em 20 anos. De um lado, a assinatura permite que a empresa volte a contratar com o governo. De outro, a multa é grande o suficiente para despertar temores sobre a saúde financeira.
 
Outro sintoma é a alta dos títulos americanos, os Treasuries, que pressiona todos os emergentes, especialmente os que têm maior liquidez, como o Brasil. Nem a escolha de Steven Mnuchin, ex-Goldman Sachs, como futuro secretário do Tesouro dos Estados Unidos, ajudou a suavizar a expectativa de juro alto por lá. No câmbio, além do nervosismo com o Brasil e o cenário externo, a ausência do BC local do mercado deixou o dólar subir praticamente sem controle. Faltam 30 dias, contando os feriados. Coragem.
 
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  CORREIO DO ESTADO

TCE suspende aumento do Transporte Coletivo

Postado em 02/12/2016 18:21 - Da Redação
Correio do Estado/TCE

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Determinação do conselheiro Ronaldo Chadid, do Tribunal de Contas do Estado (TCE/MS), suspendeu com efeito imediato o aumento na tarifa de ônibus de Campo Grande. A medida cautelar passa a ter validade com sua publicação em edição suplementar do Diário Oficial do órgão, publicada nesta tarde.

O decreto do prefeito Alcides Bernal concedendo aumento de 8,61% na tarifa foi publicado hoje no Diário Oficial do Município e elevaria o valor de R$ 3,25 para R$ 3,53 a partir de segunda.

O embasamento para a medida cautelar é de que o contrato de concessão 330, de 25 de outubro de 2012, que dá regras ao convênio entre a prefeitura e o Consórcio Guaicurus para a administração do transporte público, determina que os aumentos devem ser realizados no mês de março de cada ano. Bernal publicou o reajuste hoje, mas assinou o decreto ontem (1º).

A falta de indicação de fatores que levaram à majoração na publicação do governo municipal é outra irregularidade apontada pelo conselheiro. "Não há no decreto municipal expedido qualquer demonstração - ou ao menos a indicação de que tenha ocorrido em outro expediente - das razões para o aumento da tarifa do transporte coletivo", explicita a medida cautelar.

O fato do aumento acontecer há menos de 30 dias do fim do mandato de Bernal também foi situação mencionada por Ronaldo Chadid, da 5ª Inspetoria de Controle Externo do Tribunal de Contas do Estado, que responde pela Capital.

A cautelar representa procedimento fiscalizatório do TCE/MS e suspende o novo valor da tarifa, que seria alterada na próxima semana

"O que se busca por ora é evitar que a população beneficiária do transporte coletivo seja onerada com tarifas que, posteriormente e após a análise técnica das variáveis da metodologia de cálculo empregadas, se mostre desarrazoada e incompatível com os parâmetros estabelecidos contratualmente", escreveu Chadid.

DETERMINAÇÕES

O descumprimento da cláusula 3.7 do contrato de concessão do transporte público pelo prefeito Alcides Bernal vai exigir que a prefeitura envie ao TCE/MS documentação e esclarecimentos para justificar o índice aplicado. Também exige-se que a metodologia do cálculo utilizado seja detalhada na resposta, que precisa ser dada em cinco dias, a partir da ciência da decisão.

O descumprimento em prestar esses esclarecimentos pode resultar em multa de R$ 43.902, podendo ainda haver eventual obrigação de ressarcimento ao erário

Bernal também tem cinco dias para apresentar contestação, contados com a partir da notificação.
 
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  NO CLIMA DE NATAL

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  O ANTAGONISTA


Renan é fator de instabilidade

Por Mario Sabino

 
Renan Calheiros é um peemedebista acima dos partidos, embora não de qualquer suspeita. Ele ganhou projeção nacional cevado por Fernando Collor (a quem chamava de “príncipe herdeiro da corrupção” nos inícios alagoanos), Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma Rousseff. Hoje, sob Michel Temer, continua a vender-se — também como garantidor da “governabilidade”.
 

Quando converso com políticos graúdos de quase todos os partidos, Renan Calheiros é uma unanimidade ao avesso da que conquistou entre os cidadãos brasileiros. Desde a queda do poste de Lula, tais políticos me dizem que ele é ainda mais essencial para a manutenção da estabilidade política. Renan Calheiros também teria passado a ser fundamental para a aprovação das reformas econômicas de que o país tanto precisa para sair do buraco. Eu desconfio de que foram esses os argumentos que levaram Dias Toffoli a pedir vista no processo que tiraria Renan Calheiros da presidência do Senado se ele virasse réu no STF, como acabaria ocorrendo ontem. Graças a Dias Toffoli, Renan Calheiros presidirá os trabalhos senatoriais até fevereiro.
 

A proteção em torno de Renan Calheiros, contudo, começa a mostrar buracos. Ele passou vexame ao tentar aprovar requerimento de urgência para votar no Senado o AI5 do Crime Organizado que a Câmara sacou para tentar afundar a Lava Jato. No dia seguinte, o STF o transformou em réu no inquérito que apura o recebimento de propina da Mendes Júnior para pagar a pensão da filha que teve com Mônica Velloso. Um dos doze que aguardam decisão, se não perdi a conta. E ainda temos ali na esquina a delação da Odebrecht.
 

A verdade é que Renan Calheiros, acuado por seus rolos intermináveis na Justiça, é fator crescente de instabilidade tanto política quanto econômica. Com Renan Calheiros, é impossível higienizar o sistema. Com Renan Calheiros, é impossível garantir segurança jurídica a investidores. Como a sua blindagem enfraqueceu e ele vem dando sinais de perda de controle, o perigo que representa aumentou.
 

Renan Calheiros tem de ser saído o quanto antes do Senado. Mesmo fora da presidência da Casa, ele é um risco.

 
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  SIMPLES E QUE FUNCIONA

 
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  RODRIGO LOPES - ZERO HORA - RS

Mediadores entre Medellín e Chapecó

As relíquias de histórias de vidas que não existem mais
Por: Rodrigo Lopes - direto de Medellín
02/12/2016 - 14h29min | Atualizada em 02/12/2016 - 15h33min
rodrigolopes
 
Como jornalistas, acreditamos ser mediadores da informação, entre o fato e o público.
 
Mas aqui, em Medellín, enquanto cobrimos essa tragédia, somos também mediadores entre os colombianos e os familiares das vítimas em Chapecó. E a todo momento nos emocionamos. Na noite de quinta-feira, quando chegamos cansados após um dia entre os hospitais onde estão os sobreviventes e a funerária que prepararia os corpos, recebi um telefonema do repórter da Folha de S. Paulo Fabio Victor. Ele me pedia um favor.
 
Havia estado no local do desastre horas antes, em Cerro Gordo, e um soldado da Polícia Nacional, triste com a tragédia e solidário com os brasileiros, estava angustiado. Havia encontrado um documento de uma das vítimas e queria entregá-lo à família. Era o crachá de um colega nosso, repórter da RBS TV de Chapecó Giovani Klein Victoria.
 
Fábio pegou o documento, fez um contato com sua colega em Chapecó e descobriu meu telefone em Medellín.
 
A todo momento somos derrubados emocionalmente com histórias como essas. Na manhã desta sexta-feira, um policial de La Unión que ficou com nosso contato, mandou para o fotógrafo Bruno Alencastro, meu colega nesta cobertura, um apelo:
 
"Olá, bom dia, sou polícia da Colômbia, deram-me uma Bíblia onde existe um possível documento do proprietário. Tem o nome de Bruno Domingues Rangel."
 
Havia mais do que o nome do atacante da Chapecoense e da Bíblia. Na foto enviada, havia também um desenho colorido por uma criança.
 
No meio da correria da cobertura, Bruno e eu ficamos divididos entre a figura do jornalista que transmite a informação e também aquele que perdeu colegas queridos.
 
E nos questionamos: como fazer chegar às famílias um crachá, uma Bíblia, um desenho? Poderiam ser apenas objetos mas, neste momento, são relíquias de histórias de vidas que não existem mais.
 
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  TRAGÉDIA AÉREA

Temer envia manifestações de apoio ao governo colombiano

 
Paulo Victor Chagas - Repórter da Agência Brasil
Após as homenagens e diversas manifestações de apoio oferecidas pela Colômbia após a tragédia aérea com a equipe da Chapecoense, o presidente Michel Temer enviou ao governo colombiano mensagens de agradecimento. A Juan Manuel Santos, presidente colombiano, Temer elogiou o "profissionalismo" na busca e no resgate das vítimas e lembrou da emoção que os brasileiros sentiram com as "múltiplas manifestações de solidariedade dos torcedores e jogadores do Atlético Nacional", dos moradores de Medellín e dos demais colombianos.
 
Na última terça-feira (29), um avião com 77 pessoas a bordo, entre jogadores, membros da direção do clube e jornalistas, caiu pouco antes de desembarcar em Medellín causando 71 mortes e deixando seis feridos. A aeronave transportava os atletas que participariam da final da Sul-Americana pela Chapecoense. Anteontem, uma emocionante homenagem no Estádio Atanasio Girardot, onde ocorreria a primeira partida, reuniu mais de 40 mil pessoas além de milhares que não conseguiram entrar na arena.
 
De acordo com o Palácio do Planalto, Michel Temer enviou correspondência ao governador de Antioquia dizendo que as "expressões de grandeza e generosidade do povo colombiano" ficarão guardadas "na memória, para sempre".
 
"A cidade de Medellín oferece-nos inesquecível lição de humanidade: mais do que apoiar, com presteza e dedicação, os sobreviventes e os familiares dos mortos, sua gente une-se incondicionalmente a nossa dor", escreveu Temer ao prefeito do município, Zuluaga.
O porta-voz da Presidência, Alexandre Parola, informou que telefonou ao pai de um dos jogadores que faleceram dizendo que o Palácio do Planalto não está obrigando os familiares das vítimas a comparecerem à cerimônia no aeroporto.
 
EDIÇÃO FÁBIO MASSALI
 
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  AGÊNCIA BRASIL

Polícia Federal indicia Sérgio Cabral e mais 15 pessoas na Operação Calicute

 
Vladimir Platonow - Repórter da Agência Brasil
A Polícia Federal (PF) concluiu nesta sexta-feira (2) o inquérito da primeira fase da Operação Calicute, que investigou crimes de corrupção na gestão do ex-governador Sérgio Cabral, atualmente preso no Complexo Prisional de Bangu.
 
Foram indiciadas 16 pessoas por crimes que incluem corrupção passiva e ativa organização criminosa e lavagem de dinheiro. A PF ainda vai instaurar outros inquéritos para aprofundar as investigações.
 
Segundo apurado nas investigações, os crimes chegam a R$ 220 milhões, valor pago por grandes empreiteiras como propina para garantir obras públicas. Na casa de Cabral, foram apreendidas joias no valor estimado de R$ 2 milhões. O ex-governador foi preso dia 17 de novembro.
 
Foram indiciados Sérgio Cabral Filho e sua esposa, Adriana Ancelmo, além de Wilson Carlos Cordeiro da Silva Carvalho, Carlos Emanuel de Carvalho Miranda, Luiz Carlos Bezerra, Hudson Braga, Wagner Jordão Garcia, José Orlando Rabello, Carlos Jardim Borges, Pedros Ramos de Miranda, Luiz Alexandre Igayara, Paulo Fernando Magalhaes Pinto Gonçalves, Luiz Paulo dos Reis, Alex Sardinha da Veiga, Rosângela de Oliveira Machado Braga e Jessica Machado Braga.
Edição:
 
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  AMPLAVISÃO - MANOEL AFONSO

 Corporativismo político sem limites, segue a avacalhação.


 
 
DESAFIO Se o presidente Michel Temer (PMDB) não vetar – caso o Senado aprove o projeto bizarro da Câmara, o país irá culpá-lo e perderá o apoio das ruas. Mas se vetar perderá o apoio parlamentar e seu governo vai para o beleléu. Parafraseando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso: ‘Temer – é o que temos’.
 
TRÁGICO É o termo que resume o final do governo do prefeito Alcides Bernal (PP). Campo Grande ‘as traças’. Ele vendeu ilusões no rádio e foi incapaz como político e gerente. Por onde passou na política só criou atritos e não agregou compartilhamentos.
 
O QUADRO acena com problemas futuros para o atual prefeito. A fala do conselheiro Waldir Neves (TCE-MS) sugerindo devassa pela futura administração descreve bem a situação. Enquanto isso a população sofre contando os dias para esse suplício terminar.
 
PERGUNTA-SE: Quanto tempo será necessário para a nossa capital entrar nos eixos e funcionar como antes da atual gestão? Difícil responder. Infelizmente a situação do país será mais um ingrediente a dificultar essa reabilitação a médio prazo pelo menos.
 
DELÍRIO 57 anos no poder. Mais de 100 mil opositores mortos, entre eles intelectuais e homossexuais. Apesar da proibição de sindicatos, imprensa livre e partidos políticos, muitos insistem em cultuar a imagem do ditado cubano Fidel Castro. Tem dó – vai!
 
MARA CASEIRO Pela coragem assumindo posição em questões delicadas, coerência na tribuna, assiduidade e participação nas sessões e comissões parlamentares, ela é a deputada que mais se destacou em 2016 na Assembleia Legislativa. É a opinião compartilhada pela maioria dos jornalistas que cobrem aquela casa de leis.
 
PRESIDÊNCIA As pretensões do deputado Beto Pereira (PSDB) são legítimas, mas hoje inoportunas. O Governo não quer criar arestas políticas neste cenário de incertezas. Aí, a reeleição do deputado Jr. Mochi (PMDB) para a presidência e do deputado Zé Teixeira (DEM) para a 1ª. Secretaria está consolidada.
 
OUTRO LADO’ Longe dos holofotes, o ex-ministro do STF – Joaquim Barboza – confirma as suspeitas de incoerência. Deu para criticar o impeachment da presidente Dilma e soltar farpas contra o Governo. Ora! Ele não aproveitou quando o cavalo passou encilhado. Agora é tarde.
 
DÚVIDAS Para o deputado estadual Pedro Kemp (PT), a reforma do ensino médio pode gerar o empobrecimento cultural dos jovens. Por exemplo: quem optar pela área de exatas não teria conhecimento sobre as questões da área de humanas. Lembra ainda que falta estrutura para implementar o projeto a curto prazo. Opinião interessante.
 
REFLEXÃO A postura dos colombianos neste episódio do desastre aéreo enseja aos brasileiros a oportunidade de rever atitudes comportamentais que afloram em nosso dia a dia. Que tal aprender com os ‘hermanos’ essa lição de fraternidade e sensibilidade?
 
UMA SEMANA depois renovo as previsões de se ajeitar a situação ao melhor estilo corporativista dos parlamentos brasileiros. O deputado estadual Paulo Corrêa (PR) foi ouvido sigilosamente pelo corregedor deputado Maurício Picarelli (PSDB) sem a presença da imprensa, ignorando o princípio da publicidade que o ato requer. Enfim, Brasília é aqui.
 
O DITADO "Esperteza – quando é muita – come o dono", do ex-presidente Tancredo Neves e citado pelo colega Dante Filho, retrata a situação em que se meteu o deputado Paulo Corrêa ao instruir o deputado Felipe Orro (PSDB) a fraudar a lista de presença de funcionários de gabinete. O azar é que o papo foi gravado. Aí caiu a máscara de probo.
 
SUSPEITOS Artigos de advogados na mídia criticam os abusos do Judiciário e do Ministério Público, concordando assim com o senador Renan Calheiros (PMDB). Mais um expediente corporativista (‘meu pirão primeiro’), divorciado do sentimento de indignação da grande maioria do povo brasileiro.
 
FRANCAMENTE... Qualquer cidadão, com ou sem leitura, conclui que é preciso criar mecanismos que efetivamente combatam a corrupção. Mas o problema é que a classe política está envolvida até o pescoço nos negócios ilícitos como ficou provado na Operação Lava Jato principalmente.
 
SERGIO MORO Aos políticos sacanas interessam crucificá-lo colocando na condição de vilão. Ora! A voz das ruas, excluindo-se os apaniguados do PT e Cia, discorda das manobras do senador Renan Calheiros(PMDB) e aplaude as ações daquele Juiz Federal.
 
A ODEBRECHT não fechou acordo de delação por acaso. São 77 executivos seus confessando fraudes que resultarão na devolução de R$ 6,7 bilhões. Só isso já bastaria para que a Câmara Federal não mutilasse o projeto original de 10 itens de combate a corrupção.
 
COMPLICADO As novas regras da lei eleitoral deixando de saia justa candidatos a vereadores vitoriosos na capital e interior. A prestação de contas da campanha seria burocrática e detalhista, dando margem a reprovação ou ressalvas da Justiça Eleitoral. Seria mais por falta de pratica e organização, mas que pode custar o mandato.
 
TESOURA "Fazer mais com menos". A frase do secretário Eduardo Ridel resume bem a proposta do Governo Estadual. Sindicatos e corporações de funcionários públicos precisam se conscientizar: o efeito dominó da crise nacional já chegou aqui. Aumentos de salários e outras vantagens vão ter esperar.
 
DIREITOS Todo mundo tem. Todos querem! Mas em certas situações não se pode ficar olhando apenas para o próprio umbigo. É preciso olhar para o desemprego, queda na produção industrial, vendas do comércio e para as placas de vende-se e aluga-se. É o que restou do ‘milagre petista’.
 
Pérola da semana: "A Lava Jato é sagrada". (Senador Renan Calheiros-PMDB)
 
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Última atualização: 03/12/2016 00:10
     
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