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  IMAGEM DO DIA - ( CAMPO GRANDE)

Tapa-buraco terá até cinco equipes por região

 
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  CONJUNTURA ONLINE

 Marun deve assumir Secretaria de Governo nesta quinta-feira

 
Campo Grande
Deputado Carlos Marun (PMDB-MS), vice-líder do PMDB (Foto: Agência Câmara)
O Palácio do Planalto confirmou, na noite de sábado (9), o convite feito pelo presidente Michel Temer a Carlos Marun para assumir a Secretaria de Governo, em substituição a Antonio Imbassahy.
 
Deputado federal pelo PSDB da Bahia, Imbassahy deixou a pasta após entregar uma carta pedindo exoneração do cargo.
 
Carlos Marun, de 57 anos, é deputado federal do PMDB de Mato Grosso do Sul e tomará posse na próxima quinta-feira (14).
 
Segundo nota emitida pelo Palácio do Planalto, Antonio Imbassahy continuará na função até a transmissão oficial do cargo. Imbassahy participou sábado (9), em Brasília, da convenção nacional do PSDB, na qual o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, foi eleito presidente do partido. Na convenção, Imbassahy afirmou que deixa o governo com a sensação de dever cumprido e reiterou seu compromisso com a reforma da Previdência, prestes a ser votada no plenário da Câmara dos Deputados.
 
O nome de Marun já vinha sendo especulado desde o dia 22 de novembro, quando Alexandre Baldy tomou posse como ministro das Cidades. Nesse dia, o Palácio do Planalto chegou a anunciar a posse de Marun junto com a de Baldy em seu perfil no Twitter, mas depois apagou a postagem. Desde então, a saída de Imbassahy era considerada questão de tempo no Palácio do Planalto.
 
Marun é do partido de Temer e, desde o início do governo atual, colocou-se como um dos fiéis aliados do presidente na Câmara dos Deputados. Foi presidente da Comissão Especial da Reforma da Previdência e um dos principais articuladores da rejeição das duas denúncias contra Temer apreciadas na Casa. Nesse período, Marun ia com frequência ao Palácio do Planalto reunir-se com o presidente.
 
CARREIRA 
 
Carlos Eduardo Xavier Marun nasceu em Porto Alegre, mas construiu a carreira política em Mato Grosso do Sul. É advogado e engenheiro civil e já atuou nas secretarias de Habitação municipal e estadual. Marun, que exerce o primeiro mandato de deputado federal, assumiu, em abril deste ano, o cargo de procurador parlamentar da Câmara, por indicação do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para o biênio de 2017-2018. É vice-líder do PMDB na Câmara.
 
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  CONFIRA

 Pela primeira vez na história, Câmara deve apelar à condução coercitiva

Procedimento será empregado para ouvir intimados da CPI do Táxi
Osvaldo Júnior e Kleber Clajus - CAMPO GRANDE NEWS
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Sessão da CPI do Táxi, realizada na tarde desta segunda-feira (Foto: Kleber Clajus)Sessão da CPI do Táxi, realizada na tarde desta segunda-feira (Foto: Kleber Clajus)
A Câmara Municipal de Campo Grande deve empregar procedimento inédito em sua história: a condução coercitiva, usada para levar, de forma impositiva, pessoas para prestar depoimento. Essa foi a saída encontrada pela CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), que investiga irregularidades no setor de taxi da Capital, para ouvir proprietários de alvarás, pertencentes às famílias Sandim e Oshiro.
Na tarde desta segunda-feira (dia 11), 24 pessoas deveriam prestar depoimentos na fase final da CPI. No entanto, apenas duas – Salvador Souza Sandim e Antônio João Barbosa Sandim – compararem à Câmara Municipal. Eles falaram por cerca de dez minutos e negaram conhecer supostos familiares, que também são donos de alvarás.
Também disseram que receberam a concessão do alvará através de concurso, realizado na década de 90. Desde então, Salvador e Antônio, segundo contaram, exercem a profissão de taxista.
Da família Sandim, deveriam comparecer à CPI, além de Salvador e Antônio, as seguintes pessoas: Jari de Souza Sandim, Jari de Souza Sandim Júnior, Amarildo Souza Sandim, Gilmar Souza Sandim, Fernando Souza Sandim, Renata Souza Sandim, Cleusa Rocha Sandim, Adão Rosa Sandim, Irma Rosa Sandim, João Messias Sandim, Shirley Ferreira Sandim, Jessika Thays Sandim, Letícia Teixeira Sandim, Gilberto Alves Sandim, Valdineir do Carmo Sandim e Adão Rosalino Sandim.
Os membros da família Oshiro que deveriam prestar depoimento são: Ana Oshiro Higa, Kelly Regina de Souza Oshiro, Henrique Oshiro, Rosemeire Ueti Oshiro, Eduardo Eizem Oshiro e Marcia Oshiro.
O número acentuado de pessoas com o mesmo sobrenome instigou a CPI e, por isso, elas foram convocadas, conforme presidente da Comissão, vereador Vinícius Siqueira (DEM). “Sandin, por exemplo, não é sobrenome tão comum como Oliveira. Então, queremos saber deles o porquê dessa aglomeração”, alegou.
Dos 24 convocados, cinco não foram intimados pessoalmente, de acordo com o presidente da CPI, vereador Vinícius Siqueira (DEM). Como a maioria não compareceu, poderão ser conduzidos coercitivamente para prestar depoimento em novsa sessão da Câmara, agendada para sexta-feira (15) às 14h.
A Câmara já realizou cinco CPIs e esta será a primeira vez que usará a condução coercetiva, caso empregue, de fato, esse procedimento. Siqueira também afirmou que os convocados que não comparecerem também podem responder por crime de desobediência caso o MPE (Ministério Público Estadual) ofereça denúncia nesse sentido.
 
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  TEXTO DE PEDRO RIBEIRO

Lula zomba do povo

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017 
 
Blog do Fabio Campanha

 
 
Estão zoando do povo brasileiro. Em Curitiba, enquanto a coordenação da Operação Lava Jato anuncia a devolução de mais de R$ 630 milhões provenientes de propina aos cofres da Petrobras, a principal vítima da corrupção, no Rio de Janeiro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva atribuia as agruras do Rio – situação de desespero – à Operação Lava Jato.

Em discurso, Lula teve a coragem de dizer que quem paga os efeitos da corrupção na Petrobras é o povo, como se seu governo não tivesse participado diretamente dessa sangria.

“Se um empresário errou, prende o empresário. Mas não quebra a empresa, porque quem paga é o trabalhador. Porque dizem que meia dúzia roubou, não pode causar o prejuízo que estão causando à Petrobrás”, disse Lula.
 
Bem, vamos ao óbvio: a Lava Jato, como já dissemos, está recuperando parte do prejuízo causado justamente pelo governo petista de Lula e Dilma. A Lava Jato ajudou a salvar a Petrobrás, livrando-a dos diretores corruptos que ali estavam para pilhá-la e para distribuir o fruto do roubo entre os partidos que sustentavam os governos petistas. O saneamento da maior estatal brasileira deve muito à depuração proporcionada pela Lava Jato, que ajudou a recuperar quase R$ 1,5 bilhão em recursos desviados.
 
Hoje, sob nova direção, a Petrobrás interrompeu obras desnecessárias, excessivamente custosas ou que haviam sido projetadas apenas para servir ao esquema de corrupção. Como sugere editorial do Estadão, “foi o caso das obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Segundo o Tribunal de Contas da União, a construção, lançada com fanfarra pelo governo de Lula em 2010, gerou para a Petrobrás um prejuízo de US$ 12,5 bilhões, dos quais US$ 9,5 bilhões podem ser atribuídos à gestão temerária dos prepostos petistas que dirigiram a estatal no período. As obras foram suspensas em razão desse prejuízo. Como ali trabalhavam 35 mil pessoas, pode-se imaginar o tamanho do drama social que a corrupção e a inépcia dos governos petistas causaram.
 
Na ocasião, lembra o Estadão, Lula disse que era “notícia estarrecedora” a informação de que os dois presidentes da Petrobrás na gestão petista, José Sérgio Gabrielli e Graça Foster, serão processados por improbidade administrativa em razão da decisão de congelar os preços dos combustíveis a pretexto de controlar a inflação.
 
Essa política irresponsável gerou prejuízo de R$ 60 bilhões à Petrobrás, segundo cálculo da Organização Mundial do Comércio. O valor é três vezes superior ao que se estima tenha sido desviado pela corrupção. Mas Lula simplificou tudo ao dizer que Gabrielli e Graça Foster “estão sendo processados porque não aumentaram o gás e a gasolina”, enquanto o presidente Michel Temer “aumentou o gás em 68% em sete meses”. Ou seja, no fabulário de Lula, quem quebrou a Petrobrás é herói, e quem se dispõe a saneá-la é vilão.
 
O pior é que muita gente prefere acreditar em Lula, que não tem compromisso nenhum com a verdade, a aceitar a árida e complexa realidade.
 
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  AGÊNCIA BRASL

 Marun quer finalizar CPMI da JBS antes da posse na Secretaria de Governo

O deputado disse que apresentará amanhã (12) o documento com os resultados de sua análise. 
 
Agência Brasil
Deputado Carlos Marun (Foto: G1)
O vice-líder do PMDB, deputado Carlos Marun, disse que trabalha na finalização do relatório da Comissão Mista Parlamentar de Inquérito da JBS, da qual é relator, antes de assumir a Secretaria de Governo, na quinta-feira (14). 
 
O deputado disse que apresentará amanhã (12) o documento com os resultados de sua análise. Marun espera que a votação possa ser iniciada ainda nesta terça-feira, caso não haja pedido de vista, e possa ser finalizada até quinta-feira (14).
 
Marun disse que ainda não decidiu se vai pedir em seu relatório a prisão do ex-procurador Marcelo Miller, apontado nas investigações como o responsável pelas articulações para fechar acordo de delação premiada entre os empresários da JBS e a Procuradoria-Geral da República.
 
Sobre os termos do acordo de delação premiada, Marun sinalizou que deve pedir a nulidade dos benefícios recebidos pelos empresários e das provas obtidas de forma ilícita. E adiantou que pode pedir o indiciamento do ex-Procurador Geral da República Rodrigo Janot, e de seu então chefe de gabinete Eduardo Pelela.
 
“O procurador Janot declarou peremptoriamente que as negociações entre os delatores e a antiga cúpula da PGR só aconteceu em 27 de março, quando hoje está comprovado que essas conversas ocorriam há cerca de 40 dias na sala ao lado da sua. Eu, sinceramente, tenho muita dificuldade em acreditar que o procurador Janot não soubesse disso. Até porque, se isso aconteceu, é uma traição das maiores do mundo. (….) Eu entendo que aí há uma ilicitude muito grave que pode resultar sim num pedido de indiciamento do Janot e no caso do Pelela, que a princípio era ou seu representante ou aquele que o traía ao não lhe dando informações”, disse Marun.
 
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  MIDIA SOCIAL -

Gusttavo Lima reclama de coxinha a 9 reais e marca responde

11 Por 
das
Gusttavo Lima, um dos sertanejos mais famosos atualmente, roda boa parte do Brasil com shows que arrastam milhares de pessoas. Acostumado com a rotina em aeroportos, o preço de 9 reais cobrado por uma coxinha em Guarulhos surpreendeu tanto o artista, que ele resolveu fazer um vídeo em seu Instagram oficial para comentar sobre os valores praticados pela marca 365.
 
Em poucos segundos, o cantor fala para seus seguidores “Olha o preço dessa coxinha, não tem base não. Eu não dou conta! Aí eu quebro!”. Além do vídeo de "denúncia", Gusttavo também pediu que quem gostasse de seus músicas também se posicionasse a respeito. "Diga não a coxinha de 9 Reais... Ta faltando bom senso!!! #ProntoFalei”, disse.
Exposta, a empresa afirmou: "Em primeiro lugar, estamos sempre atentos aos feedbacks dos nossos clientes, que são fundamentais para oferecermos um serviço de excelência. O valor cobrado pela coxinha, no caso R$ 9, não é diferente dos praticados fora do aeroporto, onde em uma pesquisa rápida encontramos coxinhas variando de R$ 8 a R$ 10,90 em lojas de rede, como a nossa – que com certeza têm custos de mão-de-obra inferiores aos nossos”.
 
Além disso, após a denúncia da estrela que gosta de ostentar fotos em mansões e aviões, a rede disse que irá fazer uma promoção até o final de dezembro que dará coxinha em dobro em todas as suas unidades.  
 
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  POLÍTICA

 

 

Raquel denuncia Andrés Sanchez por crime tributário de R$ 8,5 mi

 

(Conteúdo Estadão)

O deputado federal Andrés Sanchez (PT-SP) foi denunciado nesta segunda-feira, 11, pela Procuradoria-Geral da República (PGR), perante o Supremo Tribunal Federal (STF), por crime tributário.

O parlamentar e três sócios também denunciados - José Sanches Oller, Isabel Sanches Oller e Itaiara Pasotti - teriam causado prejuízo de R$ 8,5 milhões aos cofres públicos, segundo a PGR, por meio da utilização de "laranjas" para abrir a empresa Orion Embalagens a fim de camuflar operações financeiras e omitir receitas.

Alegando que os quatro eram os reais donos da empresa, que esteve ativa entre 2002 e 2005, a PGR pede que, caso condenados, eles paguem os 8,5 milhões como reparação. Se condenados, os quatro estão sujeitos a pena que varia entre dois e cinco anos de reclusão, com possibilidade de acréscimo em até a metade do prazo fixado, por fatores agravantes descritos na denúncia. O relator do caso é o ministro Celso de Mello.

A denúncia aponta que, no ano-calendário de 2005, a empresa submeteu à tributação o faturamento declarado de R$ 1.748.469,00, correspondente a somente cerca de 4% das receitas apuradas na fiscalização (R$ 42.354.816,36) realizada sobre o faturamento da empresa. Também foi constatada grande incompatibilidade entre a receita anual auferida e a movimentação bancária, que importou em mais de R$ 30 milhões. A PGR sustenta que houve omissão, por meio de procurações, da maior parte das receitas para diminuir o valor a ser pago em tributos como Imposto de Renda Pessoa Jurídica, PIS, Cofins e CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido).

"Resta demonstrado que os sócios de fato da ORION eram os três procuradores denunciados que, em conluio com a contadora Itaiara, de forma deliberada, constituíram pessoa jurídica de baixíssimo capital social, em nome de uma funcionária, e, assim, neste cenário de suposta inexpressividade econômica da empresa, omitiram informações fiscais, relevantes para calcular o imposto devido sobre o efetivo rendimento à autoridade fiscal competente", disse Raquel Dodge na denúncia.

Andrés Sanchez também responde a outros inquéritos no Supremo Tribunal Federal, entre eles há fatos investigados que remontam à atuação como dirigente do Corinthians, clube do qual foi presidente.

 
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  JORNALISTA JOSIAS DE SOUZA

Josias de Souza

 

 O governo precisa de 308 votos para aprovar a reforma da Previdência na Câmara. Pode-se evitar que o número mágico seja atingido de duas maneiras: votando contra a proposta —o que expõe o deputado ao risco de retaliação— ou simplesmente ausentado-se do plenário no dia votação. Cresce o número de deputados que tramam não dar as caras.

Utiliza-se contra Michel Temer a mesma feitiçaria usada pelo presidente para enterrar duas denúncias criminais. A continuidade das investigações contra o presidente e os ministros palacianos Moreira Franco e Eliseu Padilha exigia o aval de 342 do 513 deputados. No vale-tudo adotado para evitar que a marca fosse alcançada, o Planalto pressionou deputados que não tinham coragem de se expor à sanha das redes sociais para que sumissem do plenário na hora de a onça beber água.

O movimento pela ausência cresce na proporção direta do aumento da pressão governamental para que os partidos recorram ao “fechamento de questão”, como é chamada a ferramenta estatutária que permite a punição de filiados rebeldes. Avalia-se que as legendas terão mais dificuldade para tratar a ferro e fogo os deputados que faltarem à votação. Sob pena de sofrerem uma debandada em março, quando se abre uma janela legal para a migração partidária.

Por ora, três partidos fecharam questão para forçar seus deputados a aprovarem a emenda constitucional que mexe na Previdência: PMDB, PTB e PPS. Alçado no sábado à presidência do PSDB, Geraldo Alckmin declara-se a favor de que os tucanos adotem a mesma providência. Arrisca-se a virar um presidente minoritário no alvorecer de sua gestão à frente do ninho.

Neste domingo, de passagem por Buenos Aires, Michel Temer declarou: ''Falei com presidentes do PP, PSB e PRB. E todos estão entusiasmados com eventual fechamento de questão''. Indagou-se a Temer se está otimista com a possibilidade de aprovação da refoma ainda em 2017. E ele:  ''Suponho que talvez seja possível, mas, se não for, essa matéria da Previdência não vai parar.'' Deve-se a cautela à ausência de votos.

Por decisão de Rodrigo Maia, presidente da Câmara, abre-se na quarta-feira, a fase de discussão da proposta previdenciária no plenário. Mas a inanição de votos permanece. ''Quem sabe, a gente consiga fechar na terça-feira”, declarou Temer, referindo-se à meta de aprovar a matéria até o dia 19. Se não der, fica para o ano eleitoral de 2018. Ou para as calendas.

 
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  CONTEÚDO ESTADÃO

 

ECONOMIA
Meirelles sobre Previdência: quanto mais atrasar, mais difícil fica lá na frente
 

O melhor momento para a aprovação da reforma da Previdência é "agora", afirmou o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. "Achamos que o melhor momento para votar a reforma é agora", disse o ministro a jornalistas na noite desta segunda-feira, 11, após participar de premiação no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. O ministro explicou que a tendência é a aprovação da proposta ficar mais complicada com o passar do tempo. "Quanto mais atrasar, mais difícil fica lá na frente."

Meirelles reconheceu que, caso o governo não consiga angariar os 308 votos necessários à aprovação da proposta de emenda constitucional que reformula as regras previdenciárias em 2017, ela poderá acontecer no futuro. "Se a reforma não for feita agora, será feita em algum momento", reforçou, apontando que a pauta "não é uma escolha, e sim uma necessidade".

Em comentário sobre o Placar da Previdência elaborado pelo Grupo Estado, que apontava 64 parlamentares a favor da proposta - muito abaixo do número anunciado por membros do governo -, o ministro ponderou que nem todos os deputados "necessariamente antecipam o voto".

 
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  GOVERNO ATUANTE

 Com alta de 30% nas exportações, MS quer estreitar laços comerciais com a Argentina

Chico Ribeiro

Com alta de 30% nas exportações, MS quer estreitar laços comerciais com a Argentina

Autoridade argentina se encontrou com secretários e o governador do Estado

O governo de Mato Grosso do Sul quer aumentar as exportações de minério de ferro, soja e milho para a Argentina. Nesta segunda-feira (11), o governador Reinaldo Azambuja, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck, e o secretário de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel, se reuniram com o cônsul-adjunto da Argentina, baseado em São Paulo, Gabriel Rivera, para tratar de projetos econômicos entre o Estado e o país do Mercosul. O encontro foi na governadoria.

Conforme o vice-cônsul, estreitar os vínculos comerciais e binacionais entre Mato Grosso do Sul e Argentina foi a principal pauta do encontro. “Desde o Consulado da Argentina em São Paulo e até a embaixada da Argentina em Brasília, consideramos muito importante a relação com Mato Grosso do Sul. As exportações de MS para Argentina esse ano já cresceram muito, 30%, e a gente quer aumentar também as importações e exportações”, conta.

 

A Argentina é o segundo parceiro comercial mais importante para Mato Grosso do Sul, ficando atrás somente da China. “Mas, nós temos ainda um perfil de exportação muito restrito, pois 90% de nossas vendas são de minério de ferro”, explica o secretário Jaime Verruck. “Hoje, exportamos minério e soja, e nossa ideia é aumentar essa exportação, acrescentando o milho”, pontua.

 

No cenário de compra e venda entre Mato Grosso do Sul e a Argentina, o porto de Porto Murtinho desempenha papel estratégico, pois é considerado de grande importância para a saída das commodities. “O que o vice-cônsul tem apresentado que a gente também importe mais da Argentina. Temos opções na parte de alimentos, fertilizantes e combustíveis para o MS importar […] e temos ainda opção de trazer trigo para atender a indústria de MS”, completa

 
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  SENADOR PEDRO CHAVES TOMA POSSE NA ACADEMIA DE LETRAS DE MS

 Pedro Chaves e a esposa Reni, durante cerimônia na Academia Pedro Chaves e a esposa Reni, durante cerimônia na Academia( Gerson Oliveira )

 
O senador Pedro Chaves tomou posse na noite de ontem como imortal na Academia Sul-Mato-Grossense de Letras. Ele foi eleito em assembleia em junho e, ontem, assumiu a cadeira nº 19, anteriormente ocupada pela escritora Maria da Glória Sá Rosa, e que tem como patrono João Guimarães Rosa.
 
A abertura teve participação dos cantores e compositores Celito e Gilson Espíndola.
Pedro Chaves é educador, senador da República, palestrante, articulista e escritor, autor do livro “Vencendo Desafios” (obra autobiográfica com 276 págs) e centenas de pronunciamentos e palestras (materiais compendiados em volumes editados). É membro do Instituto Histórico e Geográfico de MS, Conselheiro do Instituto Sul-Mato-Grossense de Ensino Superior, diplomado em Economia (pela Unicamp), tem curso de formação educacional universitária na Universidade de Michigan-USA. É doutor Honoris Causa pelo Centro Universitário de Brasília.

O evento foi prestigiado por dezenas de autoridades, representantes de entidades diversas e contou com a participação da Banda do Exercito Brasileiro que executou o Hino Nacional e o Hino de Mato Grosso do Sul.

 
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  SESSÃO PROVEITOSA NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA


Deputados aprovaram três propostas na sessão ordinária desta terça-feira

Deputados aprovaram três propostas na sessão ordinária desta terça-feira - Divulgação

 

 
Na sessão ordinária desta terça-feira (12/12), foram aprovadas três matérias incluídas na pauta por acordo de lideranças. O Projeto de Lei (PL) 256/2017, de autoria do deputado Maurício Picarelli (PSDB), que dispõe sobre o sistema de emergência em banheiros para deficientes e pessoas com mobilidade reduzida, foi aprovado em 1ª, sem nenhum voto em contrário, e vai para a segunda votação na Casa de Leis.
O PL 254/2017, de autoria do deputado estadual Felipe Orro (PSDB), foi aprovado em 1ª e segue para a 2ª discussão. A proposta estabelece a obrigatoriedade da divulgação, de forma visível e clara por meio de afixação de tabelas, das taxas de juros nas vendas a prazo e no crédito ao consumidor pelas instituições financeiras e estabelecimentos comerciais no Estado.
Já em 2ª discussão, o PL 154/2017, de autoria do deputado Pedro Kemp (PT), que altera a ementa e o artigo 2º, e acrescenta os incisos VI, VII e o parágrafo único ao artigo 3º, da Lei Estadual 3.272, de 9 de outubro de 2006. O objetivo do projeto, que foi aprovado por unanimidade, é adequar a redação da lei e incluir serviços bancários e planos de saúde no rol de prestação de serviços continuados.
 
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  CONFIRA

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Os vereadores da Câmara Municipal de Campo Grande analisam um Veto Parcial do Executivo e cinco Projetos na sessão ordinária de terça-feira (12).
Em única discussão e votação, os parlamentares analisam o Veto Parcial do Executivo Municipal ao Projeto de Lei n. 8.531/17, de autoria dos vereadores Delegado Wellington e João César Mattogrosso, que cria o Programa Banco de Empregos para a Juventude, no âmbito do município de Campo Grande.
Ainda em única discussão e votação, será analisado também o Projeto de Lei n. 8.788/17, de autoria do Executivo Municipal, que autoriza o Poder Executivo a desafetar e doar ao Estado de Mato Grosso do Sul, imóvel localizado no bairro Taveirópolis, neste município.
Já em primeira discussão e votação serão analisados outros quatro Projetos. O Projeto de Lei n. 8.607/17, de autoria do vereador João César Mattogrosso, que dispõe sobre vagas em Ceinfs e escolas municipais para crianças, vítimas e filhas de vítimas de violência doméstica e dá outras providências.
O Projeto de Lei n. 8.649/17, de autoria dos vereadores André Salineiro e Enfermeira Cida Amral, que institui a Campanha Agosto Lilás e o “Programa Maria da Penha vai à Escola”.
Também o Projeto de Lei n. 8.679/17, de autoria do vereador João César Mattogrosso, que institui Programa Motorista Premiado, incentivando a redução de acidentes por excesso de velocidade no município de Campo Grande.
E o Projeto de Lei n. 8.692/17, de autoria do vereador Gilmar da Cruz, que estabelece que hospitais e maternidades do município de Campo Grande ofereçam aos pais e/ou cuidadores de recém-nascidos treinamento de primeiros socorros em caso de engasgamento e prevenção de morte súbita e dá outras providências
 
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  BRASÍLIA

 

Flagrado carregando dinheiro em mala, Rocha Loures vira réu por corrupção

Ex-assessor do presidente Michel Temer foi filmado após receber R$ 500 mil de executivo da J&F

 11/12/2017 - 18h22
 
 

 

De Brasília

 

Ex-deputado Rodrigo Rocha Loures deixa a carceragem da PF, em Brasília (Foto: Estadão )

A Justiça Federal no Distrito Federal recebeu, nesta segunda-feira (11), a denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), pelo crime de corrupção passiva. Com isso, o político se torna réu no processo, relacionado à mala com R$ 500 mil recebida em um restaurante em São Paulo, em abril deste ano.

 

A decisão é do juiz Jaime Travassos Sarinho, da 10ª Vara Federal, responsável pelo processo na primeira instância. A denúncia foi apresentada ao STF (Supremo Tribunal Federal) e também cita o presidente Michel Temer.

 

Segundo a PGR, Loures era o operador de Temer para assuntos do grupo J&F. Todos os envolvidos negam. Em novembro, o Ministério Público Federal do DF ratificou (confirmou) a denúncia.

 

Como Loures perdeu o foro privilegiado, as acusações foram desmembradas pelo ministro Edson Fachin, em agosto. A acusação contra Michel Temer foi suspensa por decisão da Câmara e só voltará a tramitar após o fim do mandato do presidente, em 31 de dezembro de 2018.

 

Em nota, o advogado de defesa de Loures, Cezar Bittencourt, afirmou ao G1 que ainda não teve acesso à denúncia. Segundo ele, a manutenção do processo na 10ª Vara Federal descumpre decisão da Câmara Federal e a Constituição "porque indiretamente estará sendo julgado o Presidente, visto que os fatos e as provas são as mesmas".

 

O recebimento da denúncia não torna Rocha Loures culpado ou condenado pelo crime, e indica apenas que o juiz viu "indícios" de culpa. A condenação ou absolvição do ex-deputado será definida em julgamento, após coleta de provas e depoimento de testemunhas. Não há data prevista para essa análise

 
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  CAMPO GRANDE NEWS

 

Sem Marun, nenhum deputado de MS declara apoio à reforma da previdência

Quatro deputados não anunciaram seus votos em projeto que deve começar a tramitar nesta semana; único voto favorável, Marun vira ministro em alguns dias

Humberto Marques
Marun é o único da bancada de MS que admitiu votar em favor da reforma da previdência. (Foto: divulgação)Marun é o único da bancada de MS que admitiu votar em favor da reforma da previdência. (Foto: divulgação)
 

Se depender da bancada de Mato Grosso do Sul em Brasília, a reforma da previdência proposta pelo governo do presidente Michel Temer não vai passar. Isso porque, dos deputados que já declararam voto, três são contra a proposta e apenas um se manifestou a favor –justamente aquele que pode não acompanhar o fim da votação. Dos demais, um não respondeu e três se manifestam até aqui como indecisos.

Dagoberto Nogueira (PDT), Zeca do PT e Vander Loubet (PT) votarão contra a reforma da previdência. Carlos Marun se manifestou totalmente favorável ao texto. Geraldo Resende (PSDB) até aqui não respondeu aos questionamentos. Já Tereza Cristina (sem partido), Elizeu Dionizio (PSDB) e Luiz Henrique Mandetta (DEM) seguem indecisos.

Há uma semana, a reportagem do Campo Grande News vem contatando os parlamentares federais sul-mato-grossenses em busca de uma posição sobre a proposta de reforma da previdência. Zeca, Vander e Dagoberto anteciparam os votos contrários e a realização de pressão contra o projeto.

A intenção dos deputados, seja pela posição política contrária à mudança ou falta de diálogo com o Planalto para alterar trechos da proposta, é rejeitar o texto e pressionar outros parlamentares ainda indecisos a seguir essa orientação. Para tanto, apostam na pressão de centrais sindicais e outras organizações no Congresso e nas bases dos deputados.

A favor – O único voto declarado em favor da proposta é de Carlos Marun, que até quinta-feira (14) deve tomar posse como ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República. O deputado já viajou com Temer neste fim de semana para a Argentina, para reunião do Mercosul, sendo oficialmente convidado para migrar rumo à Esplanada dos Ministérios.

Vice-líder do governo na Câmara, Marun foi um dos primeiros deputados a anunciarem voto pela reforma, e deve, nesta semana, participar das discussões iniciais que visam a colocar a matéria em votação –o que deve ocorrer na semana que vem.

O voto “substituto” de Marun ainda não foi oficializado. Primeiro suplente, Fábio Trad (PMDB) aguarda a confirmação da posse do novo ministro e sua posterior convocação para assumir o mandato – o que pode levar até três dias, adiando a posse para o meio ou o fim da votação da reforma. Assim, ele prefere não se manifestar no momento sobre questões do Congresso.

Geraldo Resende não antecipou voto. (Foto: Divulgação)Geraldo Resende não antecipou voto. (Foto: Divulgação)

Indecisos – Procurado via assessoria e por ligações, Geraldo Resende não manifestou até o momento sua posição sobre a reforma da previdência – em reportagem do jornal O Estado de São Paulo divulgada na internet nesta segunda-feira, ele está entre os deputados que se recusaram a responder a questão.

Seu colega de bancada, o também tucano Elizeu Dionizio está, conforme a reportagem apurou, no grupo de indecisos – a expectativa é de que ele se manifeste sobre a proposta até quinta-feira (14), quando terá retornado de missão oficial nas Nações Unidas (em Nova York, nos Estados Unidos).

No caso dos parlamentares tucanos, há uma pressão interna vinda do governador paulista e novo presidente nacional do PSDB, Geraldo Alckmin, para que o partido apoie a reforma da previdência. No entanto, a cúpula do partido tem enfrentado resistências para emplacar o texto entre os filiados.

Tereza Cristina e Mandetta também estão indecisos. O parlamentar do DEM já havia antecipado a disposição de estudar o tema até antes da votação, a fim de apurar mudanças aplicadas no texto final a pedido dos tucanos, antes de emitir um juízo.

Há uma semana, congressistas ouvidos pelo Campo Grande News afirmaram que a reforma da previdência enfrenta dificuldades para avançar por conta das negativas do Governo Temer em ouvir todos os partidos a fim de adequar o texto, bem como por temores sobre o desgaste eleitoral causado por uma medida extremamente impopular. Muitos deputados serão candidatos em 2018, e mostram relutância em verem os nomes atrelados a um projeto que enfrenta resistência nas ruas.

Como votam os deputados de MS na reforma da Previdência:

Carlos Marun – SIM
Dagoberto – NÃO
Elizeu Dionizio – indeciso
Geraldo Resende – não se manifestou
Mandetta – indeciso
Tereza Cristina – indecisa
Vander Loubet – NÃO
Zeca do PT – NÃO

 
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  MANDATO ATUANTE

 

Em visita a Três Lagoas, Pedro Chaves destaca empenho para retomada da UFN-3

 

Prefeito Ângelo Guerreiro e o senador Pedro Chaves
Prefeito Ângelo Guerreiro e o senador Pedro Chaves - Divulgação
 

O senador Pedro Chaves (PSC) esteve em Três Lagoas no sábado (9) para conversar com o prefeito Ângelo Guerreiro sobre investimentos e ações em prol do município. Entre os assuntos tratados na visita, destaca-se a cessão pelo DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) da antiga estação ferroviária para a prefeitura a retomada da obra da UFN-3. “Sou o senador de Três Lagoas, me sinto em casa nessa cidade. Tenho feito muitos esforços para Três Lagoas juntamente com Ângelo que lutou muito pela liberação do DNIT da estação ferroviária e, também, na questão da UFN-3 que estava no TCU (Tribunal de Contas da União) e agora (a obra) será retomada com a venda da fábrica”, declarou o senador. 

Ao ressaltar a importância de Três Lagoas para Mato Grosso do Sul, Pedro Chaves falou um pouco mais sobre a importância da venda da fábrica de fertilizantes. “Um grupo chinês deve pagar tudo que a gente precisa para que a obra da UFN-3 seja retomada e a economia de Três Lagoas seja aquecida. Esse processo deveria ser mais célere, mas acredito que deve ser finalizado daqui a um mês”, afirmou. 

Em visita à área cedida pelo DNIT, o senador ressaltou o esforço do prefeito para obtenção da antiga estação ferroviária. “Ângelo lutou muito para conseguir a cessão dessa área. Ele esteve em Brasília no meu gabinete por diversas vezes e nós demos todo o apoio para que ele obtivesse essa conquista para Três Lagoas. Agora, o município vai poder revitalizar a área, contemplá-la com investimentos públicos, trazendo uma ampla cadeia de produtividade para Três Lagoas. Eu não tenho dúvida que a prefeitura vai gerir o imóvel com muita competência”, destacou. 

Em resposta, Ângelo Guerreiro agradeceu o apoio de Pedro Chaves e de toda sua equipe em Brasília e em Campo Grande. “Fica aqui o meu agradecimento pelo apoio dado à nossa administração. Esse acesso que tive no gabinete em Brasília e em Campo Grande foi muito importante para Três Lagoas. Conseguimos abertura nos ministérios para termos nossas demandas atendidas. Às vezes é algo que se encontra parado, travado, então não são só emendas, são diversas ações que tivemos ajuda”, disse o prefeito que acrescentou: “Sabemos que o senador é nosso parceiro de primeira hora. Seja bem-vindo sempre que quiser em Três Lagoas”. 

Ainda no município, o senador visitou a feira central e concedeu entrevista a rádio Cidade FM, no programa Sem Limites da Cidade. Na rádio, Pedro Chaves falou sobre outras ações que tem realizado em benefício de Três Lagoas. “Adotei Três Lagoas de coração. Além da UFN-3 e da cessão da antiga ferroviária, tenho atuado no IPHAN para conseguir o tombamento da Igrejinha Santo Antonio, o que será muito importante, pois poderá ser restaurada e preservada. Na educação, estamos atuando na Secretaria do Patrimônio da União para conseguir doação de áreas para a instalação em Três Lagoas, de cursos do SESC. Esse processo está bem adiantado e serão investidos mais de R$ 30 milhões nessas obras”. 

 
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  CAPITAL FEDERAL

 

Bolsonaro faz alerta contra ‘invasão chinesa’ no Brasil

Advertência do presidenciável foi feita ontem por meio das redes sociais 

 
 
 

 

De Brasília 

 

O deputado Jair Bolsonaro (Foto: Divulgação )

O pré-candidato à Presidência nas eleições de 2018, deputado federal Jair Bolsonaro usou as redes sociais no domingo para fazer um alerta sobre uma suposta invasão chinesa no agronegócio brasileiro.

 

“(A) China assume controle de 20% do mercado de sementes de milho no Brasil”, escreveu Bolsonaro em sua conta no Twitter, em referência à conclusão da venda da unidade de sementes de milho que pertencia à multinacional americana Dow AgroSciences para o fundo chinês Citic Agri. Essa participação de mercado citada pelo deputado coloca a nova empresa, chamada de LP Sementes, em terceiro lugar no segmento nacional.

 

O político complementou dizendo que “o país está perdendo o controle da produção primária e da sua própria segurança alimentar”. Por fim, no mesmo tuíte, ele urgiu: “É preciso estabelecer limites legais, urgentes e propositalmente não utilizados nesta área”.

 

As aquisições de grupos chineses no Brasil são um dos temas preferidos do deputado federal pelo Partido Social Cristão (PSC-RJ). Bolsonaro, que adota um discurso nacionalista, já afirmou em ocasiões anteriores que é a favor da privatização da Petrobras, desde que não seja para uma empresa chinesa.

 

O Citic Agri Fund foi criado em 2016 pela chinesa Citic Agriculture, que faz parte de um dos maiores conglomerados industriais chineses, a Citic, em parceria com investidores privados do país asiático. Os ativos adquiridos pelo fundo geraram uma receita estimada em quase 1 bilhão de reais no ano passado.

 

A Dow AgroSciences colocou a sua unidade de sementes de milho no Brasil à venda para cumprir com exigências das autoridades regulatórias nacionais para que a sua fusão com a também americana DuPont fosse aprovada. Com agências nacionais.

 
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Última atualização: 12/12/2017 15:09
     
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