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  Capitais - Bratislava (Eslováquia) - 460 mil habitantes

 Bratislava está situada em ambos os lados do rio Danúbio, no centro da Europa, sendo a única capital de um país que faz fronteira com 2 países. Além disso está só a 62 km da fronteira com a República Checa e a só a 60 km de Viena

 

Fotos de Bratislava – Eslováquia

 
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  LEONARDO ATTUCH - (istoÉ)

Tasso tem razão, mas o remédio está errado
 
O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) se transformou na nova Geni da política brasileira. Motivo: na propaganda eleitoral do PSDB, a mensagem central foi o combate ao chamado presidencialismo de coalizão, que, no Brasil, degenerou em presidencialismo de cooptação. Trocando em miúdos, trata-se de um sistema em que presidentes eleitos constroem maiorias no Congresso comprando o apoio de parlamentares. Nos governos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, as alianças se construíram com partidos de centro-direita. Um exemplo: o antigo PFL, hoje DEM, e o PMDB comandavam nacos estratégicos do governo federal, como o setor elétrico, em que o legado de FHC foi corrupção e apagão. Antes dele, com o ex-presidente José Sarney, uma das moedas usadas na compra de apoio político era a concessão de rádios.
 
No primeiro governo Lula, que não aceitou se tornar refém do PMDB logo de cara, a aliança inicial se deu com partidos menores, do chamado centrão. O resultado foi o escândalo rotulado como “mensalão”. Depois, com os peemedebistas já integrados ao projeto lulista, a consequência foi o que se convencionou chamar de “petrolão”. Com Dilma, o PMDB conquistou a vice-presidência da República e espaços crescentes na administração federal. Esse modelo, no entanto, mostrou seus limites quando foi confrontado com mecanismos de controle e combate à corrupção que floresceram, não sem excessos, nos últimos anos. Ao mesmo tempo em que necessitava de apoio no Congresso, a presidente Dilma promovia “faxinas” em seu primeiro mandato, contra aliados que se valiam de espaços na máquina pública para fazer caixa. Essa postura dura foi alimentando desconfianças que culminaram no impeachment sem crime de responsabilidade de 2016.
 
Ao se dar conta de que a governabilidade era corrompida, a sociedade brasileira promoveu uma troca inusitada. Sacou do comando uma presidente honesta e colocou em seu lugar um vice especializado nesse mercado de compra e venda de parlamentares. Ou seja: em vez de um presidencialismo de cooptação, migramos para um sistema que Michel Temer se orgulha de chamar de “semiparlamentarismo”. Os deputados e senadores venais, que antes ficavam na periferia da política, assumiram o comando do País. Essa involução histórica mostra que Tasso Jereissati está certo ao traçar o diagnóstico da crise, mas equivocado ao propor, como solução, a saída parlamentarista, que, nas condições atuais, serviria apenas para tirar o sofá da sala. A saída correta é salvar o presidencialismo – sistema pelo qual a sociedade brasileira já optou – com uma reforma política que reduza o número de partidos, barateie campanhas, imponha a fidelidade partidária e impeça o toma-lá-dá-cá. Sem isso, um parlamentarismo servirá apenas para consagrar o poder aos ratos da velha política.
 
O presidencialismo de cooptação é a raiz de todas as crises recentes e deve ser combatido. Mas não com parlamentarismo

 

 
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  FONTE RADAR ON-LINE, VEJA

 

 
 
Em seu Instagram pessoal, o empresário Flavio Rocha, acionista da Riachuelo, postou um texto em que lançava a candidatura de João Doria a presidente e a sua como vice do prefeito paulistano.
 
O encontro entre os dois aconteceu numa solenidade em Natal, quando ambos foram agraciados com homenagens.
 
Embora seja o tucano mais bem colocado nas pesquisas, Doria ainda enfrenta resistência no partido. Hoje, o candidato do PSDB à presidência seria Geraldo Alckmin
Cerca de 50 minutos depois de publicar em sua conta a mensagem, Rocha a retirou do ar.
 
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  NAS BANCAS

 
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  Guilherme Fiuza - Época

 

A volta da Primavera Burra

 

Nunca se falou tanto em ser de esquerda ou de direita – mas pensar assim, em 2017, é um anacronismo
 
Olha o gigante aí outra vez, gente! Todo mundo sabe que ele passa a maior parte do tempo adormecido, mas de vez em quando acorda. Desta vez foi para a campanha dos 342 – ou seja, o engajamento pelo número de votos necessário para aprovar a denúncia contra Michel Temer na Câmara dos Deputados. Enfim, o gigante deu aquela espreguiçada e balbuciou “Fora, Temer”.
 
O Brasil vive um de seus momentos de maior politização – ou pelo menos acha que vive. Em décadas recentes, nunca se falou tanto em ser de esquerda e ser de direita.
 
Evidentemente, esse tipo de classificação ideológica diz muito pouco – ou, eventualmente, nada – sobre posicionamentos políticos, ainda quase 30 anos após a queda do Muro de Berlim. Em outras palavras: o sujeito que desperta para a política em 2017 entusiasmado para anunciar-se de esquerda (ou de direita) já é, acima de tudo, um anacrônico convicto.

A imensa maioria dos que se jogaram na campanha “342 agora” traz no fundo d’alma um anseio revolucionário progressista, um sonho de ajudar a esquerda (sic) a derrubar um regime imposto pela elite branca, velha, recatada etc. Melhor que isso, só se a causa estivesse conectada à realidade.
 
A tal denúncia redentora contra o presidente foi feita pelo procurador-­geral da República, Rodrigo Janot – um personagem do qual você ainda vai ouvir falar muito. Janot é herdeiro do sucesso da Operação Lava Jato, um arrastão virtuoso contra a corrupção montada no coração do Estado brasileiro pelo PT. O detalhe é que esse mesmo procurador-geral protegeu quanto pôde os maiores caciques desse mesmo PT contra essa mesma Lava Jato – conseguindo, por exemplo, a façanha de evitar que a investigação de Dilma Rousseff fosse autorizada no exercício do mandato presidencial, quando uma torrente de evidências do petrolão apontava sua responsabilidade nos movimentos da quadrilha.
 
Já quanto a Michel Temer, Janot produziu uma denúncia em tempo recorde, a partir de uma delação obscura do tubarão das carnes anabolizado pelo BNDES de Lula – aquele que nomeou o procurador, sendo devidamente refrescado por ele enquanto pôde.
 
Na tese bombástica de Joesley Batista, abraçada instantaneamente por Janot sem a devida participação da Polícia Federal ou mesmo da força-tarefa da Lava Jato, Temer é o chefão de toda a quadrilha – “a mais perigosa do país”, nas palavras dramáticas do açougueiro encampadas por Janot. Naturalmente o Brasil que ainda tem algum juízo não caiu nessa – porque acreditar que aquele vice obscuro e decorativo de Dilma mandava e desmandava em Lula, Dirceu e companhia era um pouco demais. No entanto, essa literatura malpassada e gordurosa foi homologada, também em tempo recorde, pelo companheiro Edson Fachin – ministro do STF que subia em palanques eleitorais de Dilma Rousseff, a presidente afastada.
 
Pois bem: nessa denúncia que despertou o gigante para o brado cívico dos 342 votos contra o mordomo do mal, está escrito que Temer patrocinou um “cala a boca” a Eduardo Cunha, o Darth Vader do PMDB. O detalhe é que não há sequer vestígios demonstrando o tal patrocínio, apenas uma interpretação livre e imaginativa do companheiro Janot. Você ainda vai ouvir falar muito dele.
 
A denúncia fatídica também traz a alegação de que Temer levou grana para mandar o Cade favorecer a JBS, do companheiro Joesley. Com outro pequeno detalhe tríplice: o suborno ao intermediário de Temer resultaria mais caro que a vantagem a ser obtida (!); a “operação controlada” misteriosamente não seguiu o dinheiro até Temer; e o Cade (oh, não!) recusou a vantagem pretendida pela JBS...
 
Essa é a denúncia histórica que mobilizou o gigante pela nova campanha da moralidade no país. Como pano de fundo, temos o governo intrigante do mordomo, que enxotou todos os ladrões da Petrobras bancando na presidência da empresa um executivo que não transige com falcatrua. Medida estranha para um chefão supremo de quadrilha.
 
Enquanto isso, o ex-presidente da empresa que obedecia ao PT é preso pela Lava Jato.
Vá montando o quebra-cabeça aí, querido gigante. Aliás, seu último grande despertar foi em junho de 2013, na chamada Primavera Burra – que não fez nem cócegas no governo que estava arrancando as suas calças. Quer saber? Durma bem, gigante!
 
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  O GLOBO

Em 2018, dez estados devem ter governadores-tampão

 
Dez governadores terão que se afastar de suas funções em 2018 se quiserem concorrer a um cargo na próxima eleição. Se a tradição política se mantiver, a quase totalidade deles, que fazem parte do grupo dos que já foram reeleitos, entregará até abril o comando do estado ao vice para concorrer ao Senado.
 
A troca de cadeiras tem potencial para alterar a configuração de forças entre partidos nos estados. Mas não é só isso. Em tempos de Lava-Jato, muitos desses governadores buscarão nas urnas um novo mandato para manter o foro privilegiado na Justiça, uma vez que são alvos de inquéritos por suspeitas de receber propina da Odebrecht.
 
As legendas candidatas a maiores beneficiárias das desincompatibilizações são o PP e o PSB. No outro extremo, aparecem o PMDB e o PSDB como os que mais deverão perder governadores.
 
Desincompatibilização é o afastamento obrigatório do cargo por agente público para disputar eleição. Há mais de 70 anos, a regra foi criada para dar igualdade de condições aos candidatos e evitar o uso da máquina pelos detentores de mandato. No entanto, não se aplica a casos de reeleição.
 
PSDB E PMDB PERDERÃO MAIS
 
Embora ainda faltem oito meses para o prazo de afastamento dos governadores, as negociações já acontecem com aliados. O PP, que governa somente um estado (Roraima), é a legenda que mais deve “lucrar” com a renúncia de governadores. O partido ganharia dois estados importantes: Paraná e Rio de Janeiro, o que deverá fazer o PP saltar da 6º para a 3ª posição no ranking dos partidos com mais governadores.
 
O PSB, que administra três estados – Pernambuco, Paraíba e o Distrito Federal -, já faz planos para quando assumir o governo de São Paulo, segundo maior orçamento público do país, só perdendo para a União. O “presente” igualará a legenda ao PSDB em número de governadores (quatro). Aliás, a sigla tucana e o PMDB deverão perder dois estados cada um – São Paulo e Paraná; Rio de Janeiro e Rondônia, respectivamente.
 
Nenhum político admite, mas o foro privilegiado terá peso no cálculo político sobre o que fazer na próxima eleição. Cinco dos dez governadores reeleitos respondem a inquérito no Superior Tribunal de Justiça (STJ) por terem sido mencionados em delações de executivos da Odebrecht e constarem da suposta lista de propina entregue à Lava-Jato.
 
Se ficarem sem mandato a partir de 2018, terão suas investigações transferidas à primeira instância. São eles: Beto Richa (Paraná), Luiz Fernando Pezão (Rio de Janeiro), Geraldo Alckmin (São Paulo), Raimundo Colombo (Santa Catarina) e Marconi Perillo (Goiás).
 
Richa tem praticamente sua candidatura a senador acertada com partidos aliados. Nas negociações, o governador cogita até abrir mão de lançar um sucessor em troca de uma vaga para concorrer ao Senado. Colombo é outro candidato a senador. No estado, o PMDB, do vice Eduardo Pinho, já negocia a data de saída do governador.
 
No caso de Pezão, o cenário é mais complicado. Além de enrolado na Lava-Jato, o governador enfrenta problemas de saúde e uma instabilidade política decorrente da situação fiscal do estado. Nos bastidores da política fluminense, há quem não descarte que, para garantir o foro privilegiado, ele se candidate à Câmara dos Deputados.
 
Em São Paulo, a renúncia de Alckmin é certa, mas o destino político dele ainda não. O governador paulista é pré-candidato a presidente da República pelo PSDB, mas disputa a vaga com o afilhado político João Doria, prefeito de São Paulo. Se ele não se tornar presidenciável, o plano B será o Senado.
 
Alguns dos vices que assumirão em abril também sofrem desgaste com a Lava-Jato. Márcio França (PSB), de São Paulo; Cida Borghetti (PP), do Paraná; e Francisco Dornelles (PP), do Rio de Janeiro apareceram na suposta lista da Odebrecht com os apelidos de Paris, Princesa e Velhinho. No Pará, o vice Zequinha Marinho (PSC) é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) acusado de ficar com parte dos salários de funcionários quando era deputado federal.
 
França diz que não recebeu valores mencionados pela empreiteira. Dornelles afirma que as delações que o acusam “não têm fundamento”. Cida diz que nunca recebeu valores ilícitos da construtora. Os advogados de Zequinha alegam que o repasse de parte do salário, cerca de 5%, dos funcionários ao PSC era voluntário.
As desincompatibilizações costumam provocar um efeito cascata nos demais escalões do governo com a acomodação de correligionários políticos do novo governador.
 
CONTROVÉRSIA ANTIGA
 
Apesar da longa vigência, a regra ainda causa controvérsia. A principal delas é por que não se aplica em caso de reeleição.
 
– É um absurdo alguns terem que se afastar do cargo enquanto outros podem concorrer à reeleição no exercício do mandato. Defendo a desincompatibilização também para os candidatos à reeleição – disse o advogado e presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB-SP, Silvio Salata.
 
Outro questionamento é quanto à eficácia dos afastamentos.
– O afastamento do cargo não cessa necessariamente a influência do político porque, muitas vezes, o substituto é alguém que opera em nome do antecessor. A lei do abuso do poder econômico veio para ser um contraponto e mostrou que a desincompatibilização não impede abusos – afirmou o cientista político da UFRJ, Paulo Baía
 
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  CARTOO VIP

 

Shilov Viacheslav - Russia
 
 
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  AMPLAVISÃO - MANOEL AFONSO

 

 PMDB ou MDB – melhora o que?
 

HUMOR Governador do Estado da Guanabara e candidato a presidência da República, Carlos Lacerda foi a Montes Claros (MG) para um comício. A cidade amanheceu com os muros pichados: “Lacerda rima com merda”. No comício a noite Lacerda encerrou assim o discurso: “Aos meus amigos deixo um forte abraço. Aos meus adversários, a rima”.


 
COMÍCIOS Saudades deles. Cantores, sorteios de brindes e outros artifícios para atrair o público. Por conta da pseudo moralização das campanhas eleitorais os comícios foram amputados. Mas olhando hoje os rombos revelados na ‘Lava Jato’ percebe-se: as leis proibitivas são hipócritas, criaram os monstros da corrupção através do Caixa 2. Pior pra nós!

 
EM FRENTE Para o secretário Carlos Alberto de Assis, da Administração, o Governo Estadual continua fazendo a lição de casa, pagando os funcionários, honrando os seus compromissos e lançando obras como ocorreu recentemente em Aquidauana e no Núcleo Industrial – Indubrasil que terá pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais.

 
MAQUIAGEM Rebatizar o PMDB para MDB resolve o que? Igual embalagem nova em produto ruim. Com ou sem o P continuará abrigando os mesmos personagens associados aos escândalos de corrupção que provocam ojeriza da população. Como diz o ex-senador Pedro Simon (PMDB): “fazer isso agora vai parecer malandragem”.

 
CONVENHAMOS O discurso de que o partido combateu a Ditadura cansou os ouvidos e a nossa paciência. Essa militância pela democracia já foi paga com cargos e muitas vantagens no Planalto e em muitos governos estaduais. Peemedebistas com P ou sem P já desfrutaram e desfrutam até hoje das tetas federais aqui no MS.

 
VEJAM SÓ! Embora tenha disputado a eleição presidencial pela última vez em 1994 com Orestes Quércia - apenas 4,4% dos votos - perdendo para Enéas Carneiro (Prona) com mais de 7% dos votos, o PMDB já teve nada menos do que 198 cargos de primeiro escalão e ministérios nos governos após a redemocratização.Antes, no pleito de 1989 Ulysses Guimarães (PMDB) amargou o 7º lugar na corrida presidencial.

 
CONFIRA: No Governo Sarney foram 32 ministros do PMDB; 1 ministro no Governo Collor (PRN) e 6 ministros no Governo Itamar Franco (PRN); nas duas gestões de Fernando H. Cardoso (PSDB) foram 7 ministros em cada uma; nos 2 mandatos de Lula (PT) foram 7 ministros em cada um e 6 em cada uma das duas administrações de Dilma Roussef (PT). Totalizam 66 representantes. O senador Romero Jucá (PMDB) é um exemplo, se mantém no alto escalão desde a presidência de Sarney.

 
GAMBIARRAS Aquele discurso pela volta da democracia e transparência na gestão pública foi desfigurado ao longo do tempo. Muitos de seus (PMDB) afiliados deram péssimo exemplo como administradores. Alguns acabaram presos ou com tornozeleiras de monitoramento e muitos respondem na justiça por atos de improbidade. O PMDB parece irmão siamês do PT. Aliás foram sócios no Planalto.

 
DESINTERESSE Depois da urna eletrônica vem agora o tal cadastramento biométrico para os eleitores. Ora! Não adianta inovação tecnológica se continuamos com os mesmos personagens nesta comédia trágica da política. Desmotivado, o eleitor pode até comparecer às urnas, mas com o sentimento de usar o dedo para se vingar.

 
‘MURISTAS’ No programa do PSDB desta quinta-feira na televisão ficou patente :os ‘tucanos’ não mudam. Além de defenderem a administração do Palácio do Planalto voltaram a citar o sistema Parlamentarista como o modelo ideal, como se o Brasil fosse equiparado as nações ajuizadas do Primeiro Mundo. O programa dividiu ainda mais o PSDB.

 
CHUMBO GROSSO A prisão do ex-deputado do PT Cândido Vaccareza e a ação proposta pelo Ministério Público Federal de Mato Grosso do Sul contra Sergio Gabrieli, Graça Foster e ex-diretores da Petrobras por irregularidades que deram prejuízo de R$155 milhões na unidade de Fertilizantes Nitrogenados de Três Lagoas, mostram que ainda há muita sujeira a ser desvenda na gestão petista no Planalto.

 
‘CURRALÃO’ Dúvidas pairam sobre essa encenação do que se pretende chamar de reforma política. Os políticos estão mais empenhados na aprovação do ‘Fundo Especial de Financiamento da Democracia’ – um escárnio que vem provocando reações dos mais diferentes segmentos da sociedade. Definitivamente esse pessoal perdeu a vergonha.

 
‘ENJOADO’ Assim um observador político de Dourados definiu o eleitorado daquela cidade. Lembrou que em 1982 inexplicavelmente a cidade derrotou José Elias (o seu melhor prefeito) como candidato ao governo do Estado - e anos mais tarde se vingou de todos os caciques elegendo Ari Artuzi ao comando da Prefeitura Municipal.

ROBERTO HIGA Conta o fotógrafo da capital que numa palestra na Universidade Federal questionaram “quem foi Pedrossian que tanto falam dele?” Higa respondeu: “ Foi o governador que fez todas essas grandes obras de qualidade que vemos até hoje em Campo Grande e interior, inclusive a cidade universitária e o estádio Morenão inaugurados em 1971.”

 
A PROPÓSITO Quando os asfaltos recentes esfarelam em nossas rodovias estaduais; pontes novas sucumbem ao trafego e as enchentes; prédios públicos novos apresentam rachaduras , a gente faz as comparações inevitáveis com as construções nas gestões de Pedro Pedrossian. O Parque dos Poderes com seus prédios sólidos é apenas mais um dentre tantos exemplos.

 
‘PEDRO PLACA’ Sem argumentos consistentes, os oposicionistas ao governador Pedrossian diziam que suas obras eram faraônicas, com rodovias antieconômicas servindo regiões improdutivas. Cansei de ouvir essa ladainha. Mas jamais apontaram o dedo contra o Secretário de Obras, engenheiro Hugo Bonfim, homem probo e de confiança. Aos 78 anos de idade dr. Hugo é vereador na sua Camapuã, reverenciado por onde passa. Isso faz a diferença.

 
EPISÓDIO Presenciei ano passado os funcionários da prefeitura de Paraíso das Águas cortando com dificuldades a grossa camada do asfalto da avenida principal para alargar as ‘bocas de lôbo’. Diante da cena um antigo morador da cidade lembrou que o asfalto havia sido feito por Pedrossian em sua última gestão. Detalhe: jamais foi recapeado.

 
ARREPIOS Quando Pedrossian antecipou-se aos programas sociais de hoje lançando o ‘Panelão’ foi um auê. Na Assembleia Legislativa os oposicionistas ironizavam a qualidade dos produtos da cesta básica. Os críticos, do MDB oriundos da velha UDN, excelente na crítica, péssima na gestão pública. O estilo lembra os petistas na oposição. Tanto é que o ex-governador Leonel Brizolla (PDT) chamou os petistas de ‘udenistas de macacão e tamancos’.

 
CONCLUSÃO A referência de boa gestão,aliando dinamismo e visão extraordinária no preparo do Estado para o futuro em todas as áreas, é a administração de Pedrossian. Os equívocos administrativos infinitamente menores que os acertos. Pena que ele não tenha sido um político tão hábil - priorizando sempre o projeto de viabilizar um Estado modelo. Pedrossian é a antítese do ex-governador Sergio Cabral (RJ) e de tantos outros.

 
SANTA CASA da capital: 750 leitos, 3.300 funcionários, 600 médicos, 4.500 refeições diárias, 7 mil atendimentos emergenciais por mês e custo mensal de R$20 milhões. No seu centenário de fundação reverencio os abnegados colaboradores de ontem e seus atuais administradores sob a batuta do dr. Esacheu Cipriano. Um patrimônio a ser conservado pelos poderes públicos e população. Criticar é fácil, mas sem ela o que seria de nós?

 

“Do jeito que as coisas andam, seu eu fosse político, seria honesto”. (Rodney Dargerfiela)
 
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  Ivan Martins

O passado nunca vai desaparecer

 

Em cada nova experiência afetiva, boa ou má, há um conjunto de antigas experiências que é revivido e amplificado
 
Às vezes, novos amores costumam ter gosto de culpa. A gente está feliz, redescobrindo a si mesmo e descobrindo o outro, mas percebe, num canto da alma, um traço de melancolia.
 
Queiramos ou não, saibamos ou não, pedaços de nós ainda guardam lealdades para com o amor que passou. Não interessa se acabou faz tempo, não interessa quem acabou. Em algum momento, de maneira profunda, houve uma conexão – e ela insiste em permanecer.
 
No momento em que a vida traz outro nome e outro rosto para ocupar o mesmo espaço, a gente percebe que parte de nós resiste. Essa parte protesta contra o novo amor como se ele fosse um ato de abandono ou traição.
.
Tenho visto esse fenômeno acontecer comigo e com gente ao meu redor. No início, logo depois da separação, as pessoas procuram não magoar aqueles que amavam ou ainda amam. É um cuidado prático, consciente, que normalmente se traduz em relações secretas: a pessoa evita ser vista acompanhada, foge das redes sociais, não dá bandeira sobre o que há de novo em sua vida. Mas essa é uma fase passageira, que não reflete os eventos profundos que sucedem à separação.
 
Só mais tarde, quando a preocupação de esconder for desnecessária, quando o ex não mais frequentar os nossos sonhos e quando nós, finalmente, tivermos deparado de novo com a possibilidade do amor, só então vai surgir, em meio à nova felicidade, a sensação de que algo está errado. É o passado se fazendo presente.
 
Quem acha que isso é fantasia repare num fenômeno universal: a quantidade de vezes que a gente chama, ou quase chama, a pessoa atual pelo nome da pessoa que estava conosco antes. Comigo, costumava acontecer no meio de discussões, mas sei de gente que usa o nome da ex no sexo ou preparando o almoço de sábado: pega o azeite para mim, Fulana? Não há prova mais evidente (e menos recriminadora) da presença inconsciente do outro.
 
Li outro dia um texto de uma psicanalista famosa – a austríaca Melanie Klein, morta em 1960 – em que ela diz que todas as nossas dores, assim como os nossos amores, estão relacionadas umas às outras. Cada paixão se liga às paixões anteriores, e cada separação ecoa todas as demais, numa linha do tempo que nos leva de volta até os primeiros minutos depois do nascimento, ou mesmo antes. Em cada nova experiência afetiva, boa ou má, há um conjunto de antigas experiências inconscientes que é revivido e amplificado. A história dos nossos afetos é revista, recontada e revivida a cada troca de olhares e palavras no presente.
Perceber isso me trouxe algum alívio.
 
Sempre me culpei por ser – nas palavras de um dos meus escritores favoritos, o cubano Leonardo Padura – um “sujeito recordador”, que tem no passado e na nostalgia uma parte importante da sua vida emocional. Enquanto as pessoas ao meu redor pareciam práticas e determinadas, e trocavam de amores como quem muda os sapatos, eu ficava remoendo, recordando, ruminando sentimentos antigos. Isso acontecia mesmo quando a vida havia caminhado e, aparentemente, não havia mais o que sentir.
 
Hoje, eu sei que todos estamos fadados a viver em companhia do passado. Ele nos visita em sonhos e revive em nossas emoções. Pode até, secretamente, determinar nosso futuro, moldando as aspirações no presente.
 
Quem sai por aí como se a vida tivesse começado ontem engana a si mesmo e aos demais. Corre o risco de ficar se repetindo sem perceber, revivendo sempre a mesma história, o mesmo amor, a mesma pessoa e, fundamentalmente, as mesmas frustrações. Saber que os fantasmas do passado moram dentro de nós não resolve e nem simplifica a nossa vida, mas talvez evite que a gente seja conduzida por sombras.
 
Haverá um momento, quando o novo amor se apresentar diante de nós, em que ele terá de conviver com a presença subjetiva do amor passado – e está bem que seja assim, porque, com o tempo e com a evolução dos sentimentos, essa presença antiga sairá de cena, permitindo que o espaço afetivo seja povoado pelas alegrias e descobertas do presente. O passado nunca vai desaparecer completamente, mas, se tudo der certo, ocupará o seu lugar tranquilo de coisa vivida, permitindo que novas emoções e descobertas tomem a cena. (Época)
 
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  O cinema mais triste sem ele

 

 
 

Filmografia de Jerry Lewi 
 
Jerry Lewis é um comediante, roteirista, produtor, diretor e cantor americano. Ele começou sua carreira no cinema em 1949, com o filme My Friend Irma, em parceira com o cantor e ator Dean Martin. A dupla Martin e Lewis fez 16 filmes para a Paramount Pictures e em 1956, a dupla se desintegrou. Lewis continuou a fazer comédias e o seu primeiro filme solo foi The Delicate Delinquent de 1957. Até 1960, Lewis teria o seu contrato assinado com o produtor Hal B. Wallis e depois disso, ele acabaria tomando conta de seus próprios filmes. De 1960 até 1964, Lewis revezou o cargo de direção com Frank Tashlin.
 
O contrato de Lewis com a Paramount terminou em 1965 após o lançamento do filme Boeing Boeing, e a partir de 1966, Lewis faria filmes para a Columbia Pictures. Com seus filmes decaindo de bilheteria, Lewis a partir de 1970 se dedicaria somente na televisão, principalmente com o seu programa beneficente, o Jerry Lewis MDA Telethon. Ele só voltaria a atuar nos cinemas em 1981, com o filme Hardly Working. Tirando o filme The Day the Clown Cried, que tinha sido filmado em 1971 mas nunca lançado, Lewis estava ausente nos cinemas desde 1970, com o filme Which Way to the Front?.
 
Em 1983, sua performance foi aclamada no filme de Martin Scorsese, The King of Comedy e na década de 1990, ele ainda continuaria a fazer participações em filmes como em Arizona Dream. Na metade da década de 1990 e começo de 2000, Lewis também produziria o remake de seu sucesso de 1963, The Nutty Professor, protagonizado por Eddie Murphy e também sua sequência, Nutty Professor II: The Klumps.
 
Em 2008, Lewis reprisou seu personagem Prof. Kelp na animação The Nutty Professor, sequência do filme de 1963. Em 2013, marcou o retorno de Lewis aos cinemas como protagonista no drama Max Rose, interpretando um ex-pianista que acaba redescobrindo o seu passado após o falecimento de sua esposa. No mesmo ano, fez uma participação especial na comédia brasileira Até que a Sorte nos Separe 2, interpretando mais uma vez um mensageiro de um hotel em Las Vegas. Ele já tinha o feito em The Bellboy de 1960 e em The Patsy de 1964.
 
O ator morreu ontem em Las Vegas, segundo a família causas naturais.
 



 

 
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  REALIDADE

Mais de 10 mil famílias recebem casa própria em MS

O objetivo principal é diminuir o déficit habitacional, tendo em vista que grande parte da população busca uma moradia digna. Segundo o IBGE, o déficit de Mato Grosso do Sul era de 85 mil moradias em 2010

 
(A Agência de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul (Agehab) já entregou nos últimos dez anos 40 mil unidades habitacionais
A Agência de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul (Agehab) já entregou nos últimos dez anos 40 mil unidades habitacionais / Reprodução Agehab
 
No Dia Nacional da Habitação, o governador Reinaldo Azambuja comemora a entrega de 10412 moradias em dois anos e sete meses de mandato. Além dos novos empreendimentos, mais 4106 unidades habitacionais já estão em processo de construção.
 
O objetivo principal é diminuir o déficit habitacional, tendo em vista que grande parte da população busca uma moradia digna. Segundo o IBGE o déficit de Mato Grosso do Sul era de 85 mil moradias em 2010.
 
Em contrapartida aos déficits, a Agência de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul (Agehab) já entregou nos últimos dez anos 40 mil unidades habitacionais.
 
Garantindo que o cidadão realize o sonho da casa própria vários programas habitacionais ainda oferecem subsídios aos beneficiários oportunizando a recuperação do crédito e a regularização do imóvel de quem adquiriu a casa e está inadimplente.
 
Agora, o beneficiário da casa popular que tem em atraso o pagamento de suas prestações poderá renegociar as suas dívidas com a Agehab por meio do programa Morar Legal – Recuperação de crédito.
 
O programa tem como objetivo a redução da inadimplência e ainda possibilita aos beneficiários a quitação de seus débitos referentes à sua unidade habitacional para com o Estado.
 
O Governo do Estado também lançou um importante programa que incorpora subsídio estadual ao subsídio federal no financiamento do FGTS, ampliando e facilitando o acesso das famílias com renda entre R$ 1.300 a R$ 3.520 a casa própria.
 
O Programa Habitacional Financiado com Subsídio é uma parceria a ser feita inicialmente com 44 municípios e Governo Federal, no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida, que facilita o benefício da casa própria que será subsidiada em parte pelo FGTS e Governo do Estado.
 
Além do subsídio ao financiamento, o governo do Estado e os Municípios irão investir na infraestrutura do acesso ao empreendimento.
 
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  CONFIRA


Santa Casa chega aos 100 anos homenageando pioneiros e autoridades

 
Por: Fabiana Silvestre Foto: Victor Chileno
Presidente Mochi com dona Joaninha: 42 anos dedicados à Santa Casa
 
Há 100 anos, na recém-fundada Campo Grande, um grupo de moradores se reuniu e decidiu construir um hospital. Os cerca de oito mil habitantes precisavam de atendimento médico e, dada a urgência, a comunidade se mobilizou voluntariamente e fundou a Sociedade Beneficente de Campo Grande, hoje Associação Beneficente de Campo Grande (ABCG-Santa Casa). Nesta sexta-feira (18/8), os fundadores e demais expoentes dessa história de superação foram homenageados com a Medalha do Centenário, no auditório Carroceiro Zé Bonito.
 
Entre eles, os deputados Junior Mochi (PMDB) e Felipe Orro (PSDB). "É uma grande satisfação participar da comemoração dos 100 anos da maior unidade hospitalar do nosso Estado e divido essa homenagem com os demais 23 deputados estaduais", afirmou o presidente da Assembleia Legislativa, Mochi. "Ficamos muito felizes e esperamos que a Santa Casa tenha cada vez mais motivos para celebrar", afirmou Orro, que é vice-presidente da Comissão de Saúde da Casa de Leis.
 
Entre os demais agraciados, deputados federais, senadores e representantes de entidades. Em nome dos 3,3 mil funcionários e 600 médicos da instituição, Joana Ávila Corrêa, a dona Joaninha, recebeu a Medalha do Centenário aos 73 anos e após 42 de serviços prestados ao hospital. "A Santa Casa é a minha vida", disse Joaninha, muito querida por todos.
 
O presidente da ABCG-Santa Casa, Esacheu Nascimento, fez uma retrospectiva dos desafios e conquistas do hospital ao longo dos 100 anos. "Foram muitas as dificuldades enfrentadas ao longo do tempo, mas entendemos que os problemas andam de mãos dadas com as oportunidades e sempre contamos com a parceria constante de doadores e dos políticos do nosso Estado", disse, agradecendo também as emendas parlamentares que asseguram recursos à unidade hospitalar todos os anos.
 
Segundo ele, os investimentos em reformas e aperfeiçoamento de procedimentos internos possibilitram a redução do índice de infecção hospitalar de 17% para 6% e a meta é chegar aos 3%. São realizados no hospital mais de sete mil procedimentos cirúrgicos por mês, em 23 especialidades médicas. Números que colocam o hospital em terceiro lugar no ranking das Santas Casas do Brasil, ficando atrás somente de São Paulo e Porto Alegre. Atualmente, o hospital recebe aproximadamente R$ 18,5 milhões por mês pelos serviços prestados ao Poder Público, via Sistema Único de Saúde (SUS). Contudo, o déficit mensal é de R$ 3 milhões.
 
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  4 Projetos na Sessão da Câmara nesta terça-feira

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Os vereadores da Câmara Municipal de Campo Grande votam, na sessão ordinária desta terça-feira (22), quatro projetos de lei.
 
Em segunda discussão e votação, será analisado o projeto de lei n. 8.421/17, do vereador Cazuza, que dispõe sobre a autorização ao Poder Executivo municipal para implantar equipamentos esportivos e de lazer adaptados para alunos com necessidades especiais nas escolas municipais. E, também, o projeto n. 8.504/17, do vereador Carlão, que autoriza o Poder Executivo a implantar repúblicas para idosos de baixa renda, criando o “Programa Conviver” na Capital.
 
Já em primeira discussão e votação, os parlamentares apreciam o projeto de lei n. 8.430/17, dos vereadores Prof. João Rocha e Veterinário Francisco, que autoriza o Poder Executivo a disponibilizar, online, por intermédio do Centro de Controle de Zoonoses, os cadastros dos animais disponíveis para adoção no município de Campo Grande. E, por fim, o projeto de lei n. 8.492/17, que declara de utilidade pública municipal a Top Spin Tênis de Mesa, sem fins lucrativos, com sede e foro na Capital. A proposta também é de autoria do Prof. João Rocha.
 
A convite do vereador Pastor Jeremias Flores, o presidente do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, Justiniano Vivas, usará a palavra para falar sobre a entidade e sua celebração de 20 anos, que ocorre neste mês de agosto.
 
Serviço – A sessão acontece a partir das 9h no Plenário Edroim Reverdito, na sede da Casa de Leis, localizada na Avenida Ricardo Brandão, n. 1.600, bairro Jatiúka Park.
 
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Governador e ministro da Educação têm extensa agenda de eventos nesta segunda

 Campo Grande (MS) – O governador Reinaldo Azambuja acompanha o ministro da Educação, Mendonça Filho, numa extensa agenda nesta segunda-feira (21.8). O primeiro compromisso é às 9h na Assembleia Legislativa, quando serão empossados os integrantes do Conselho de Reitores de Instituições de Ensino Superior no Estado (Crie-MS).

Ainda na Assembleia Legislativa, o governador Reinaldo Azambuja sanciona o projeto de lei de autoria do presidente da Casa, deputado Júnior Mochi, que institui o Dia Estadual da Educação Superior, a ser comemorado todo dia 21 de agosto, como parte do calendário oficial de eventos de Mato Grosso do Sul. Também na sede do Legislativo, o governador participa com o ministro Mendonça Filho da solenidade de inauguração do Complexo do Centro de Formação de Professores, do Laboratório de Tecnologia e Processamento de Carne (Qualicarne), e a ampliação do Restaurante Universitário da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).
 
Às 11h o governador e o ministro participam da solenidade de abertura do “FNDE em Ação”, na sede da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul). O evento reúne na segunda e terça-feira prefeitos e secretários municipais de educação.
 
Nesses dois dias, técnicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) darão atendimento individualizado aos gestores da educação e também ministrarão palestras sobre as ações do Ministério da Educação, como o Plano de Ações Articuladas (PAR), Programa Dinheiro Direto na Escola, Novo Mais Educação, Programa Nacional de Alimentação Escolar e prestação de contas.
 
Em seguida Reinaldo Azambuja e ministro Mendonça Filho, junto com o prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad, participam da inauguração do Centro de Educação Infantil Professor Eloy Souza da Costa, no bairro Tijuca II. A unidade vai oferecer 120 novas vagas e foi construída com recursos do FNDE e contrapartida da Prefeitura da Capital.
 
No início da tarde, às 14h, na Escola do SUAS, na Rua André Pace, 630, bairro Guanandi, a vice governadora e o ministro participam da solenidade de assinatura do termo de adesão ao Programa Vale Universidade, que em Mato Grosso do Sul é gerido pela Secretaria Estadual de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho, que tem como titular Elisa Nobre. Neste ano, 674 acadêmicos, sendo 254 das universidades da Capital, são beneficiados pelo Vale Universidade.
 
No final da tarde e início da noite os compromissos são em Dourados, sul do Estado. Às 16h30, a solenidade será no Hospital Universitário da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD). Será a assinatura da ordem de serviço para a execução da primeira etapa da Unidade da Mulher e da Criança e o descerramento da placa de inauguração do Bloco D da UFGD. Construído há 10 anos, a UFGD vai ganhar a Unidade da Mulher e da Criança, que será construído anexo ao hospital. No local a população terá acesso a atendimentos nas áreas de ginecologia, obstetrícia, pediatria e neonatologia.
 
No início da noite, às 18h30, será realizada a solenidade de inauguração do Centro Estadual de Educação Profissional Professora Evanilde Costa e Silva, construída no Jardim Água Boa. O espaço, viabilizado com recursos dos governos federal e estadual, é destinado à educação profissional técnica de nível médio. O Centro de Educação Profissional de Dourados conta com auditório para 205 lugares, 12 salas de aula, biblioteca e vários laboratórios. Conta ainda com um anexo com auditório para 100 pessoas e seis salas de aula.
 
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Última atualização: 21/08/2017 08:28
     
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