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Política • 21 set, 2018

Miglioli promete foco na infraestrutura


 

Edinei Marcelo Miglioli, mais conhecido como Marcelo Miglioli, de 47 anos, concorre ao Senado pelo PSDB. Ele é o candidato oficialmente apoiado pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB) que disputa a reeleição.

Nesta quinta-feira, 20 de Setembro, o postulante a senador concedeu entrevistas aos veículos da Rede MS e falou ao programa de rádio Noticidade, da FM 97,9, ao Balanço Geral, da TV MS Record e ao portal Diário Digital. Marcelo Miglioli está disputando sua primeira eleição, contudo, atua há muitos anos nos bastidores do PSDB.

Ele coordenou campanhas eleitorais tucanas em 2012, 2014 e 2016. Miglioli é engenheiro civil e bacharel em Direito. O candidato tem como suplentes Pastor Antônio Dionizio, do PSB, e a vereadora por Dourados Daniela Hall, do PSD. Desde janeiro de 2015, ele Miglioli ocupava a cadeira de secretário de Infraestrutura no governo de Reinaldo Azambuja. Deixou o cargo para concorrer ao Senado, seguindo uma decisão de grupo, segundo ele.

“A minha candidatura não é uma decisão só minha ou só do governador, mas de um grupo político”, afirmou. Miglioli revela ter aceitado o convite por acreditar que possa continuar no Senado seu trabalho como Secretário de Infraestrutura em prol do Estado e do País. “Área da infraestrutura é a locomotiva para esse País voltar a crescer”, opina.

Se eleito senador, ele pretende atuar junto ao governo federal por obras estruturantes de interesse do Estado, tais como a Ferrovia Dourados-Paranaguá e a Rota Bioceânica, que liga MS ao oceano Pacífico. A infraestrutura deverá ser o foco principal de sua atuação parlamentar. “Na área da Educação, por exemplo, é preciso revitalizar as escolas públicas, isso também passa pela infraestrutura. O crescimento deste País passa pela infraestrutura que é o carro chefe para geração de emprego e renda”, reitera.

No Senado, Miglioli também pretende bradar pelas reformas política, tributária, administrativa e previdenciária. “A reforma política é importante para reduzirmos a quantidade de partidos políticos neste País. Hoje, são 35 e tem mais 17 na fila de espera para serem criados.

Não se tem governabilidade possível numa situação dessas”, analisa. Já em relação à Previdência, Miglioli afirma que é necessário agir para coibir o rombo nas contas. “Temos que colocar um teto na Previdência. Hoje, existem corporações em que o servidor se aposentado aos 50 ou 52 anos com salários altos e a sociedade tem que ficar sustentando. Temos que rever isso”, defende. Miglioli já tem em mente o primeiro projeto de lei que pretende apresentar. “Na área da Saúde, temos que criar uma carreira pública para os médicos do SUS”, propõe.

A ideia já esteve em discussão no Senado como forma de incentivar o aumento no número de profissionais em todo o país. As carreiras públicas são aquelas consideradas imprescindíveis para o funcionamento da administração pública e da sociedade. Questionado sobre qual será seu posicionamento no Senado em relação à disputa por terras entre índios e fazendeiros, Miglioli afirma que é preciso proteger as duas partes e buscar segurança jurídica sobre o assunto.

“Defendo dois pontos principais sobre o assunto: o primeiro é colocar a questão nas mesmas regras que a reforma agrária, ou seja, a tratativa fica suspensa em caso de invasão. A segunda é lutar para garantir que se a Justiça entender que a terra deve ser demarcada que ela seja desapropriada e não expropriada. Do contrário, o campo fica sem segurança jurídica.” A rodada de entrevistas dos veículos da Rede MS com os postulantes ao Senado continua.

Nesta sexta-feira, 21 de Setembro, é a vez do ex-senador Delcídio do Amaral, último candidato a entrar na disputa, tendo pedido registro de sua candidatura apenas no dia 17 de Setembro, prazo final para fazê-lo. Delcídio entrou no lugar de Cézar Nicolatti que renunciou à disputa. Com isso, o ex-senador passou a ser o candidato do PTC.

Quando da reunião realizada no dia 24 de agosto,  para tratar da rodada de entrevistas da Rede MS, o PTC enviou um representante de Cézar Nicolatti. Porém, como este cedeu o lugar a Delcídio, o novo candidato será entrevistado na mesma data destinada ao anterior. Todos os 13 candidatos a senador foram convidados a participar da rodada de entrevistas. A ordem foi definida por sorteio em reunião com os representantes dos candidatos na sede da TV MS Record. O tempo e espaço dado aos concorrentes é o mesmo para todos, conforme as regras definidas pela casa

. Os postulantes falam por 15 minutos ao programa de rádio Noticidade a partir das 12h10 e também por 15 minutos ao programa de TV Balanço Geral a partir das 12h40. Por fim, o candidato concede entrevista ao Diário Digital sem tempo definido, mas com a garantia de mesmo destaque de capa a todos os participantes. Neste ano, estão em disputa duas vagas de senador. O primeiro turno das eleições está marcado para 7 de Outubro. E o segundo 28 de Outubro.

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